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domingo, 13 de setembro de 2015

VEJA MENTE (DE NOVO) E INVENTA NÚMEROS PRÁ ENGANAR LEITORES

sexta-feira, 11 de setembro de 2015

INFLAÇÃO CAI, E GOLPISTAS SE DESEPERAM - O BRASIL NÃO QUEBROU!

Agosto tem menor inflação
desde 2010

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Análise Diária de Conjuntura - 10/09/2015
Vamos começar a análise com uma boa notícia. A taxa de inflação medida pelo IBGE (que é o índice mais importante) para agosto ficou em 0,22%, o menor número, para o mesmo mês, desde 2010. Os gráficos não mentem. A inflação está caindo.
A queda foi centrada nos itens que mais afetam a vida dos mais pobres: alimentação e moradia.
O mundo, portanto, não está acabando. Falta agora baixar os juros.
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A má notícia do dia, veiculada ontem à noite mas repercutida hoje, foi o rebaixamento da nota do Brasil.
Ainda estamos, porém, bem acima dos níveis registrados no passado.
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A repercussão à essas notas de agência de risco são um capítulo à parte na literatura do mundo financeiro. Todo mundo sabe que elas não são confiáveis, e mesmo assim o mercado confia. A bolsa brasileiro reagiu de maneira bastante negativa hoje.
Em sua época, FHC também costumava depreciar as agências.
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A presidenta Dilma deu uma entrevista ao Valor. Ela tentou ao máximo agradar o mercado. Politicamente, me pareceu uma jogada firme para consolidar o apoio que ela já tem do grande empresariado, que não tem interesse nenhum num processo de ruptura política que poderia piorar muito o cenário de instabilidade política e econômica.
Na entrevista, Dilma se compromete de maneira bastante firme a manter uma política fiscal responsável e defende o ministro da Fazenda, Joaquim Levy, com muita ênfase.
A solução para a crise, segundo Dilma, virá da exportação, que ganha competitividade diante do dólar alto, dos investimentos e, por último, do mercado interno.
Mas faltou, como de praxe, um pouco de verve política à presidenta. Ela fala de economia de uma maneira muito fria.
É bom que ela dê entrevistas ao Valor, mas seria interessante que ela também desse entrevista aos jornais e revistas ligados aos movimentos sociais, que lhe dão sustentabilidade e, portanto, são peça chave na estratégia de superação da crise política e econômica.
http://www.ocafezinho.com/2015/09/10/inflacao-tem-menor-taxa-para-o-mes-desde-2010/#more-31664

segunda-feira, 13 de julho de 2015

PELO PODER, GOLPISTAS PODEM QUEBRAR O BRASIL

terça-feira, 2 de dezembro de 2014

MORTALIDADE INFANTIL CONTINUA CAINDO NO BRASIL

Taxa de mortalidade infantil no Brasil cai para 15 a cada mil nascimentos


O Brasil conseguiu nova redução na taxa de mortalidade infantil na passagem de 2012 para 2013, segundo os dados das Tábuas Completas de Mortalidade do Brasil de 2013, divulgadas nesta segunda-feira (1º) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

A taxa de mortalidade infantil, até 1 ano de idade, ficou em 15 para cada mil nascidos vivos em 2013. Em 2012, essa proporção era de 15,7 óbitos de menores de um ano para cada mil nascidos vivos.A maior taxa no ano passado foi observada no Maranhão, de 24,7 bebês a cada mil nascidos vivos. O menor resultado foi de Santa Catarina, 10,1 bebês por mil nascidos vivos.

Já a taxa de mortalidade na infância no país, que considera crianças até os 5 anos de idade, foi de 17,4 por mil nascidos vivos em 2013. A mortalidade na infância também é maior no Maranhão, 28,2 crianças por mil nascidas vivas, e menor em Santa Catarina, 11,8 a cada mil.

Entre 2012 e 2013, o Brasil teve aumento na expectativa de vida em todas as idades, principalmente nas faixas iniciais da distribuição, com ênfase nos menores de 1 ano e com maior intensidade na população masculina.

No entanto, o IBGE destaca que, no Japão, a mortalidade infantil é de apenas dois óbitos por mil nascidos vivos, enquanto a mortalidade na infância é de três a cada mil. - Agência Estado
http://osamigosdopresidentelula.blogspot.com.br/

terça-feira, 9 de setembro de 2014

QUEM É CONTRA A QUEDA DE 76% NA MISÉRIA, VOTA CONTRA DILMA

POBREZA EXTREMA CAI 76% NO BRASIL COM LULA E DILMA


Brasil está a cada dia se tornando um País com menos desigualdades sociais. A pobreza crônica no Brasil caiu entre 2004 e 2012, em 76%, segundo estudo do Banco Mundial. Em 2004, 6,7% da população vivia em situação de pobreza crônica. Em 2012, o levantamento da instituição registrou que 1,6% da população brasileira era muito pobre. O estudo considerou pobres aqueles que ganham até R$ 140 mensais – valor superior ao R$ 77 mensais da linha de extrema pobreza.
Além da renda, o levantamento levou em consideração sete outras dimensões da pobreza: se as crianças e adolescentes até 17 anos estão na escola, os anos de escolaridade dos adultos, o acesso à água potável e saneamento, eletricidade, condições de moradia e, finalmente, a bens, como telefone, fogão e geladeira.
A pobreza é considerada crônica quando são registradas privações em pelo menos quatro das sete dimensões. O estudo utilizou dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), produzida pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
O Plano Brasil Sem Miséria é a principal iniciativa do governo Dilma para a superação da pobreza no País, e para este fim, reúne mais de 100 programas e ações integradas. O programa resgatou 22 milhões de pessoas da extrema pobreza, entre 2011 e 2013. Destes, oito milhões eram crianças.
Para obter este resultado, as ações do programa realizam transferência de renda, para alívio imediato da situação de vulnerabilidade; e abrem oportunidade de um futuro melhor para as famílias beneficiadas, ao promover acesso à educação, saúde e cidadania, desembocando em geração de trabalho e renda para estes brasileiros.
O Bolsa Família é uma das ações do plano e desde a sua criação, em 2004, já beneficiou 50 milhões de pessoas (14,1 milhões de famílias). Para ajudar os mais pobres a superar as dificuldades geradas pela falta de dinheiro, desde a criação do Brasil Sem Miséria em 2011, o governo reajustou em 44% o benefício médio pago a famílias pobres e em 84% o valor médio repassado a famílias extremamente pobres. É preciso destacar o impacto do Bolsa Família na economia: cada R$ 1,00 investido no programa estimula um crescimento de R$ 1,78 e o consumo das famílias salta para R$ 2,40.
“O Bolsa Família oferece livre-arbítrio e transfere autonomia ao cidadão. À medida que transfere renda, o Bolsa Família gera liberdade. Ao transferir renda e direito de escolher, o Bolsa Família se transforma em um programa emancipador. Ao invés de fortalecer o poder do Estado, transfere o poder ao cidadão”, declarou Dilma Rousseff durante a cerimônia de 10 anos do programa, comemorado em outubro/2013.
Mais Educação
Outra ação é o Pronatec Brasil Sem Miséria, que estimula os beneficiários do Bolsa Família e pessoas mais pobres a se qualificar profissionalmente, fazendo um curso de capacitação técnica. Desde 2011, quando foi criado, mais de 1,2 milhão de pessoas beneficiárias do Brasil Sem Miséria se matricularam em um dos 570 cursos oferecidos gratuitamente em 3.631 municípios. Só no primeiro semestre de 2014 foram oferecidas mais de 760 mil novas vagas.
“Um curso de capacitação permite que as pessoas melhorem de vida, mas é uma porta para o país, porque também garante que a nossa população – a nossa maior riqueza – vai ter outra qualidade, portanto, vai agregar valor aos produtos, vai melhorar a economia. Vamos poder continuar a crescer sempre”, disse a presidenta Dilma Rousseff, na formatura no Pronatec de beneficiários do plano. A colação ocorreu em abril/2014 em Feira de Santana.
O Pronatec é o maior programa de formação profissional da história do Brasil. Foi criado pelo governo Dilma em 2011 para interiorizar e democratizar a educação profissional e tecnológica. Em todo o Brasil, o programa já ofereceu cursos profissionalizantes para mais de sete milhões de brasileiros. Os cursos gratuitos são oferecidos nas escolas públicas federais, estaduais e municipais, nas unidades de ensino do Senai, Senac, Senar, Senat, e também em instituições privadas de ensino superior e de educação profissional técnica de nível médio.
http://www.saladeimprensadilma.com.br/2014/09/06/2398/

sexta-feira, 11 de abril de 2014

DESEMPREGO CONTINUA CAINDO, EM PLENA CRISE MUNDIAL

Nova pesquisa mostra desemprego ainda menor no país

O Brasil registrou taxa média de desemprego de 7,1% em 2013, ante 7,4% em 2012, segundo a nova pesquisa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) sobre o mercado de trabalho, a PNAD Contínua, divulgada nesta quinta-feira. No terceiro trimestre do ano passado, a taxa média foi de 6,9%, caindo para 6,2% em média nos últimos três meses do ano.
A Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua mostra assim que a taxa de desemprego no ano passado foi maior do que a anunciada anteriormente através da Pesquisa Mensal de Emprego (PME), de 5,4% na média, menor nível histórico.
A nova pesquisa tem maior abrangência nacional e será trimestral, enquanto a PME leva em consideração dados apurados em apenas seis regiões metropolitanas do país, e a ideia é que esta última seja substituída. O ano passado foi marcado por baixos níveis de desemprego, apesar da fraqueza da economia, favorecendo o desempenho do consumo no país e o setor de serviços.
Os primeiros dados da PNAD Contínua sobre este ano, referentes ao primeiro trimestre, serão divulgados em 3 de junho, de acordo com o IBGE. Já o dado mais recente da PME mostra que a taxa de desemprego no Brasil subiu a 5,1% em fevereiro, segundo mês de alta.
Em ano de eleição em que a presidente Dilma Rousseff vai tentar o segundo mandato, o governo conta com o bom desempenho do mercado de trabalho como ponto positivo diante da economia fraca e da inflação alta.
http://correiodobrasil.com.br/ultimas/nova-pesquisa-mostra-desemprego-ainda-menor-no-pais/

sexta-feira, 14 de março de 2014

UOL AFIRMA QUE O PIB CRESCEU ACIMA DAS PREVISÕES. MAS....rsrsrsrs

Prévia do PIB sobe 1,26% em janeiro e tem melhor resultado desde 2009

O Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br), considerado pelo mercado uma prévia do PIB (Produto Interno Bruto) oficial, avançou 1,26% em janeiro em comparação a dezembro, informou o BC nesta sexta-feira (14).
O resultado foi o melhor desde dezembro de 2009, quando também avançou 1,26%. O índice de dezembro foi revisado de uma queda de 1,35% para baixa de 1,4%. Na comparação com janeiro de 2013, o IBC-Br avançou 1,01% e acumula em 12 meses alta de 2,47%.
Analistas consultados pela agência de notícias Reuters esperavam alta de 0,7% na comparação mensal, de acordo com a mediana de 26 projeções. As estimativas variaram de 0,45% a 2,3%.
(Aqui a ressalva, obrigatória sempre que se trata de uma boa notícia):
A expansão em janeiro decorre de dados melhores do que o esperado tanto da indústria quanto do varejo, apontando para uma boa atividade econômica no início deste ano. Analistas consultados pela agência de notícias Reuters, no entanto, avaliam com cautela os dados positivos.
http://economia.uol.com.br/noticias/redacao/2014/03/14/previa-do-pib-aponta-crescimento-economico-de-126-em-janeiro-diz-bc.htm

quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014

BRASIL CRESCEU MUITO MAIS QUE EUA, REINO UNIDO, JAPÃO, ALEMANHA...

Economia brasileira cresce menos do que média mundial prevista pelo FMI

Vitor Abdala - Rio de Janeiro Edição: José Romildo
O crescimento de 2,3% da economia brasileira em 2013 ficou abaixo da estimativa feita pelo Fundo Monetário Internacional (FMI) para a média mundial, que é de 3%. Os dados foram fornecidos hoje (27) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Apesar disso, o crescimento da economia brasileira foi um dos mais altos entre os principais países. O Brasil cresceu menos do que a China (7,7%) e a Coreia do Sul (2,8%), por exemplo, mas ficou acima de países como Estados Unidos (1,9%), Reino Unido (1,9%), África do Sul (1,9%), Japão (1,6%), México (1,1%), Alemanha (0,4%), França (0,3%) e Bélgica (0,2%).
Países como a Espanha e a Itália tiveram quedas no Produto Interno Bruto (PIB) em 2013, de 1,2% e 1,9%, respectivamente. A zona do euro caiu 0,4%.
http://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2014-02/economia-brasileira-cresce-menos-do-que-media-mundial-prevista-pelo-fmi

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

PAULO HENRIQUE E O MENOR DESEMPREGO DESDE 2002


Saiu no Estadão: 6% é a menor taxa para o mês, desde 2002.

Desemprego em setembro tem a menor taxa para o mês desde 2002


Segundo o IBGE, a taxa de desemprego se manteve em 6% no período


Daniela Amorim, da Agência Estado


SÃO PAULO – A taxa de desemprego apurada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nas seis principais regiões metropolitanas do País ficou em 6% em setembro, mesmo patamar de agosto. Esta é a menor taxa para setembro desde o início da série histórica, em 2002.


O resultado veio dentro do intervalo das estimativas dos analistas ouvidos pelo AE Projeções (de 5,50% a 6,10%), com mediana de 5,80%.


O rendimento médio real dos trabalhadores registrou queda de 1,8% em setembro ante agosto e ficou estável em setembro ante mesmo mês do ano passado. O gerente da Pesquisa Mensal de Emprego, Cimar Azeredo, vai conceder entrevista coletiva daqui a pouco para comentar os resultados.


(…)

Navalha
Ainda por cima, os europeus fizeram um acordo pelo qual os bancos têm que botar para dentro 50% da dívida da Grécia.
Quem mandou emprestar a quem não merecia ?
Para solucionar a crise da dívida dos países latino-americanos, o Plano Brady americano aceitou que os bancos engolissem uma perda de 30%.
Claro que, em troca, os bancos exigiram a privatização.
Processo no qual se destacaram, então, os heróis da venda do patrimônio público: Salinas, do México, foragido em seu próprio país; Fujimori, do Peru, encarcerado em seu próprio pais; Menem, senador para fugir do cárcere na Argentina; e o Farol de Alexandria, ídolo do PiG (*) e da elite que representa.
(Viva o Brasil !)
Já que os bancos, finalmente, vão pagar a conta da aventura grega, a crise fica de tamanho menor.
Ou seja, no auge da crise grega (à qual o PiG brasileiro deu mais destaque que os jornais gregos), a dupla Nunca Dantes – Presidenta mantém o pleno – emprego !
Imagine agora !
A Urubóloga vai ter que falar só do Verde !