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terça-feira, 21 de julho de 2015

SENADOR REQUIÃO TEM MAIS CORAGEM QUE A BANCADA DO PT SOMADA

Ah, se o PT tivesse
um, um só Requião!

Não dar quórum à Dilma enquanto não trocar o diretor da PF em Curitiba !​


Denunciam o Lula por defender a Odebrecht no exterior.

E o Cerra que defende os interesses da Chevron no exterior – e no Brasil, sobretudo ?

E o Príncipe da Privataria, que defendeu o Daniel Dantas com unhas e dentes – até ao nomear para o STF um “republicano”, aquele conspirador de que trata o Ricardo Melo?

O Cerra pode defender a Chevron, o FHC pode proteger o imaculado banqueiro, e o Lula não pode defender no exterior os interesses de uma empresa, a Odebrecht, que paga salário a 181.556 brasileiros !

(Mas, como se sabe, o objetivo em águas profundas da Lava Jato, na Vara do Moro é extinguir a PEA – População Economicamente Ativa !)

Foi o destemido senador Roberto Requião quem fez essa comparação entre os interesses escusos, entreguistas do Cerra e os do Lula.

(Foi o ansioso blogueiro quem incluiu o Príncipe no raciocínio. Uma singela homenagem…)

Vamos supor, amigo navegante, que o PT tivesse um Senador Requião.

Não fossem os petistas um conjunto de delcídios.

Um só Requião !

Bastava !

O Senador Requião do PT tomaria as seguintes triviais providencias:

- pediria o impeachment do ministro conspirador, segundo o Ricardo Melo, o Gilmar;

- denunciaria o Moro ao Conselho Nacional de Justiça, com base nos argumentos do ministro Marco Aurélio de Mello, do Supremo;

- denunciaria o Moro, uma segunda vez, ao CNJ, porque não julga o senador tucano Cássio, aquele ligado ao inusitado fenômeno meteorológico da chuva de dinheiro ;

- denunciava – pela enésima vez ! – o Procurador Valtan Timbó ao Conselho Nacional do Ministério Público;

- denunciava ao CNMP o próprio Procurador Geral Rodrigo Janot, que não denuncia tucano – e faz que não percebe o Aecím nas turvas águas de Furnas;

- não dava quórum a nenhum projeto de interesse da Presidenta, até que ela:

1) demitisse sumariamente o zé da Justiça;

2) botasse no lugar do zé um novo ministro que se comprometesse a trocar o diretor geral da PF, que faz o que bem entendedoa a quem doer; e trocasse todos os diretores regionais, a começar pela regional de Curitiba, onde os delegados grampeiam presos no mictório e no fumódromo.

3) na Casa Civil, botasse o Jaques Wagner no lugar do General Assis Oliva (ver no ABC do C Af);

4) tirasse os bernardos das Comunicações;

5) enviasse ao Congresso o PLIP que trata da Ley de Medios, aprovado pelo PT;

6) na SECOM, aplicasse a mesma mídia “técnica” que vigia no imaculado Governo FHC, quando ali estava o Andrea Matarazzo, da Camargo Correa, insigne embaixador do Brasil em Roma (quá, quá, quá !);

Ah, se o PT tivesse um só Requião !


Em tempo: 
amigo navegante do Paraná envia e-mail com afiada observação:


PH,

Se o PT tivesse um senador como o Requião só precisava fazer o que o Requião, governador antes desse Aecinho que está aqui, fez com a afiliada da Globo: não deu um Real de publicidade oficial. Um Real. E aplicou o dinheiro correspondente em Educação. E reforçou a TV Educativa do Estado! Sabe o que é “mídia técnica”? Com o Requião foi isso ! Navegante com raiva dos senadores do PT !



Em tempo2:
 quando governador, o Requião foi pra cima do Daniel Dantas, que queria fazer com a Energia do Paraná o que ele, Dantas, e a Elena Landau fizeram com a Cemig. (E o Itamar desfez !) – PHA


Paulo Henrique Amorim
http://www.conversaafiada.com.br/politica/2015/07/20/ah-se-o-pt-tivesse-um-um-so-requiao/

terça-feira, 25 de novembro de 2014

O MAIS CORAJOSO DISCURSO JAMAIS FEITO SOBRE A MÍDIA, NO SENADO!

REQUIÃO DEFENDE REGULAMENTAÇÃO DA MÍDIA

Requião defende regulação da mídia e fim do monopólio da comunicação

Da Redação e Da Rádio Senado | 24/11/2014
O senador Roberto Requião (PMDB-PR) lamentou a interpretação que alguns setores fazem dos debates sobre a regulação da mídia ao vincularem o assunto à censura e compará-lo a um atentado à liberdade de imprensa ou cerceamento da liberdade de expressão.
Para ele, chama a atenção o fato de os empresários de comunicação e os contrários à regulação da mídia defenderem a liberdade de expressão e de imprensa, mas desrespeitarem o direito à informação e adotarem a parcialidade em jornais, revistas, televisões e rádios.
— A regulação da mídia é condição inescusável para se garantir a soberania nacional. E eu não estou falando em cerceamento da liberdade de expressão. Estou falando em impedimento do estabelecimento do monopólio midiático — disse o senador, afirmando que o grupos que monopolizam a mídia são entreguistas e historicamente se opõem aos interesses nacionais.
Requião lembrou que é muito comum no Brasil a propriedade  cruzada, em que um mesmo grupo econômico controla diversos veículos de comunicação em vários meios — fato que, ressaltou, não ocorre em países com democracia estável, como os Estados Unidos e a Inglaterra.
Segundo o parlamentar, a concentração da mídia brasileira nas mãos de, no máximo, sete famílias faz com que haja um controle do que deve ou não ser divulgado e de como deve ser publicada determinada notícia.
O senador citou como exemplo a cobertura das eleições deste ano, em que, para ele, ficou evidente a predileção da grande mídia por um candidato de oposição e a má-vontade com a candidatura da presidente da República Dilma Rousseff.
Requião disse que a manobra ficou clara, ainda, quando a mídia limitou ao PT e ao PMDB as denúncias de corrupção envolvendo a Petrobras e as empreiteiras. Ele destacou que as empresas favorecidas em licitações na estatal também contribuíram para campanhas eleitorais de outros partidos.
O parlamentar lembrou que a concentração dos meios de comunicação também empobrece a diversidade cultural do país porque centraliza a produção do que vai ser divulgado.
Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

quarta-feira, 10 de setembro de 2014

REQUIÃO ESNOBA JORNAL DA GLOBO NO PARANÁ

Requião diz “não” à Gazeta do Povo

10 SET 2014 - 12:02




Gazeta do Povo, do grupo RPC TV, justificou que o senador alegou "motivos de saúde", no entanto, nesta terça-feira (9), peemedebista tem agenda de campanha nos municípios de Cianorte e Francisco Beltrão; "bolo" de Requião ao jornal curitibano tem a ver com questão ideológica; candidato do PMDB afirmou ao Blog do Esmael que não compareceria à sabatina da Gazeta do Povo porque o jornal se comporta como se fosse um partido político contra a redução da luz e da água; esta semana, Requião atacou o “capitalismo” no horário eleitoral gratuito.
Gazeta do Povo, do grupo RPC TV, justificou que o senador alegou “motivos de saúde”, no entanto, nesta terça-feira (9), peemedebista tem agenda de campanha nos municípios de Cianorte e Francisco Beltrão; “bolo” de Requião ao jornal curitibano tem a ver com questão ideológica; candidato do PMDB afirmou ao Blog do Esmael que não compareceria à sabatina da Gazeta do Povo porque o jornal se comporta como se fosse um partido político contra a redução da luz e da água; esta semana, Requião atacou o “capitalismo” no horário eleitoral gratuito.
O senador Roberto Requião (PMDB), candidato ao governo do Paraná, torceu o nariz para a sabatina do jornal Gazeta do Povo. Ele era esperado hoje pela manhã, às 10 horas, na sede do jornalão, em Curitiba, mas não compareceu.
A Gazeta do Povo, que é do grupo RPC TV (Globo), justificou que o senador alegou “motivos de saúde”, no entanto, nesta terça-feira (9) o peemedebista tem agenda de campanha nos municípios de Cianorte (Noroeste) e Francisco Beltrão (Sudoeste).
O “bolo” de Requião ao jornal curitibano coincide com a elevação das críticas ao “capitalismo” no horário eleitoral. Esta semana, o candidato do PMDB disse que aumento na conta de luz da Copel visa distribuir lucro aos sócios capitalistas que nem moram no Brasil.
Ao Blog do Esmael, Requião afirmou que não compareceria à sabatina da Gazeta do Povo porque o jornal se comporta como se fosse um partido político contra a redução da luz e da água. “O jornal é meu adversário histórico”, completou.
http://www.esmaelmorais.com.br/2014/09/requiao-diz-nao-a-gazeta-do-povo/

quarta-feira, 21 de maio de 2014

GLOBO NUNCA FOI DONA DO CANAL 5, DE SÃO PAULO!!!

Requião quer saber como Marinho ficou 

com a TV Globo de São Paulo

Escrito por: Redação
Fonte: Vi o Mundo
da assessoria do senador Roberto Requião (PMDB-PR)



A mesa do Senado aprovou nesta quarta-feira (14) pedido de informações do 
senador Roberto Requião ao ministro das Comunicações, para que este 
esclareça todo o processo de transferência do controle acionário da antiga 
TV Paulista para a TV Globo de São Paulo. A solicitação de Requião foi relatada 
pelo senador João Vicente Claudino (PTB-PI). Com base no relatório favorável, 
a mesa vai enviar o requerimento ao Ministério das Comunicações.
Leia na sequência, a decisão da mesa do Senado, o requerimento do senador 
Requião e o parecer do senador João Vicente Claudino:
Da MESA DO SENADO FEDERAL, sobre o Requerimento nº 135, de 2014, 
do Senador Roberto Requião, que requer, nos termos do § 2º do art. 50, da 
Constituição Federal, combinado com o art. 216 do Regimento Interno do 
Senado Federal, sejam solicitadas ao Senhor Ministro de Estado das 
Comunicações, no prazo constitucionalmente definido, as informações 
abaixo elencadas e, nos termos do art. 217 do Regimento, a remessa de 
cópia de todos os documentos e processos que embasem e comprovem 
as correspondentes respostas.
RELATOR: Senador JOÃO VICENTE CLAUDINO
I - RELATÓRIO

Vem à consideração desta Mesa o Requerimento nº 135, de 2014, de autoria 
do Senador Roberto Requião, que solicita, com base no § 2º do art. 50 da 
Constituição Federal, e nos arts. 216 e 217 do Regimento Interno do Senado 
Federal (RISF), sejam requeridas ao Ministro de Estado das Comunicações 
informações referentes à transferência do controle acionário da ex-Rádio 
Televisão Paulista S/A, mais tarde TV Globo de São Paulo, para o senhor 
Roberto Marinho.
Conforme o autor do requerimento:
Salvo melhor avaliação, o ato de transferência das ações do canal 5 de São 
Paulo jamais existiu na ordem jurídica e governamental, visto que o negócio 
somente poderia ter se concretizado com a obrigatória prévia aprovação das 
autoridades competentes e mediante a participação dos verdadeiros acionistas 
fundadores ou de herdeiros da empresa de comunicação de um lado e de outro 
do jornalista Roberto Marinho. SF/14109.89260-47
Ademais, afirma que:
(?) a posterior obtenção da renovação da concessão também não poderia ter se 
consumado pelo comprovado descumprimento das cláusulas condicionantes da 
Portaria 163/65 e pelo agravante de a Assembleia Geral Extraordinária de 30 de 
junho de 1976, ao invés de buscar regularizar situação societária ilegal, que se 
arrastava por mais de 10 anos, ter sido usada pelo jornalista-empresário Roberto 
Marinho para eliminar o direito acionário e intransferível de seus mais de 600 
acionistas?
Informa o autor, por fim, que sobre esses e outros fatos:
(?) a procuradora da República Cristina Marelim Vianna, falando nos autos do 
procedimento administrativo 1.34.001.001239/2003-12, instaurado para apurar 
ilegalidades no negócio tido como realizado pelo senhor Roberto Marinho, exarou 
parecer no qual assinala que resta, pois, investigar suposta ocorrência de 
irregularidade administrativa na transferência do controle acionário da emissora, 
visto a necessidade de autorização de órgão federal. Tal como se deu, esteado 
em documentação falsificada, o ato de concessão estaria eivado de nulidade 
absoluta.
Essas as razões que fundamentam a apresentação do presente requerimento. 
A iniciativa vem à apreciação e decisão deste Colegiado em razão do que dispõe 
o art. 215, inciso I, alínea a, do Regimento Interno desta Casa, segundo o qual o 
encaminhamento de requerimentos de informação a Ministro de Estado depende 
de decisão da Mesa do Senado.
II - ANÁLISE
O Requerimento nº 135, de 2014, atende a todos os requisitos constitucionais, 
particularmente aqueles inscritos no § 2º do art. 50 de nossa Carta Política, o 
qual confere à Mesa do Senado Federal a competência para encaminhar pedidos 
de informação a Ministros de Estado ou demais titulares de órgãos diretamente 
subordinados à Presidência da República.
A proposição em análise apresenta-se como instrumento para concretização da 
competência constitucionalmente atribuída ao Congresso Nacional de fiscalizar 
e controlar os atos do Poder Executivo, seja diretamente, seja por qualquer de 
suas Casas, consubstanciando, dessa forma, o comando inscrito no inciso X do 
art. 49 da Carta Cidadã.
Complementarmente, o requerimento em exame apresenta-se em conformidade 
com as disposições do Ato da Mesa do Senado Federal nº 1, de 2001, que regula 
a tramitação dos requerimentos de informação. Verifica-se, assim, a 
regimentalidade da proposição.
Da mesma forma, afigura-se adequado o endereçamento da solicitação ao 
Ministro de Estado das Comunicações, tendo em vista a competência do órgão 
que dirige para tratar de outorgas e renovações para exploração dos serviços de 
radiodifusão.
III - VOTO
À luz do exposto, o voto é pela aprovação do Requerimento nº 135, de 2014.
Sala de Reuniões, Presidente, Relator
SF/14109.89260-47
http://fndc.org.br/clipping/requiao-quer-saber-como-marinho-ficou-com-a-tv-globo-de-sao-paulo-936646/

domingo, 16 de fevereiro de 2014

REQUIÃO QUER SER O ANTI-CANDIDATO DO PMDB

Requião: “sou candidato a Presidente”

publicada sexta-feira, 14/02/2014 às 00:03 e atualizada sábado, 15/02/2014 às 14:13
Roberto Requião acaba de dar uma entrevista histórica ao jornalista Frédi Vanconcelos, na revista “Caros Amigos”. A entrevista mostra que há uma avenida aberta para politizar o debate no Brasil – pela esquerda, de cara limpa.
Requião não cede um milímetro. Defende os governos petistas(“vejo o PT como melhor que os outros; ao mesmo tempo em que eu acho que é muito pouco”), mas não abre mão da crítica dura à tibieza do partido para lidar com a Globo e outros interesses.
Lá pelas tantas, o senador e ex-governador do Paraná afirma:“sou candidato a presidente”! Fico a imaginar como o Brasil iria a ganhar com uma candidatura desse tipo – que travasse o debate.
 Todos sabemos das dificuldades (impossibilidades?) para se obter a candidatura numa convenção do PMDB. Mas só a luta pra chegar até lá já seria didática.
O Brasil merece e precisa de um nome como o de  Requião, disposto ao bom combate. Acompanhe abaixo alguns trechos da entrevista. A revista chega às bancas na próxima semana. Vale a pena conferir na íntegra. (Rodrigo Vianna
== JOAQUIM BARBOSA E O “MENSALÃO” ==
”O Joaquim Barbosa simulando uma diária pra fazer uma conferência de 30 minutos e um passeio numa biblioteca de uma hora, 2 horas, é uma coisa típica da classe média deslumbrada. Então o Joaquim Barbosa revela ali o verdadeiro Joaquim Barbosa, um classe média eventualmente deslumbrado, que foi instrumentalizado pela mídia na questão do mensalão.
Eu não defendo a utilização do dinheiro público, nem o que ocorreu no financiamento das campanhas, não acho nenhuma graça nisso, mas aquela história do domínio do fato e a influência da mídia em cima do mensalão feriu profundamente as normas do direito brasileiro. O mensalão foi uma aberração jurídica, porque, entre outras coisas, pelo domínio do fato, pela forma com que foi feito o processo, o esquecimento do fato precursor do mensalão, que é o fato mineiro, do Marcos Valério. Então, foi uma aberração jurídica, foi uma manipulação induzida pela mídia e pelo deslumbramento dos ministros. Aquilo foi um show, não foi um julgamento.’
== CHANTAGEM DA IMPRENSA ==
“Eu peguei um Estado [Paraná] quebrado. A primeira coisa que fiz foi racionalizar as despesas. Evidente que não as despesas com saúde e educação, mas as que eu julgava desnecessárias. Diminuí os valores dos investimentos na imprensa. E passei a ser procurado por esses “heróis” da mídia, os donos de jornais, que diziam o seguinte: “ou você libera o dinheiro ou vai apanhar como nunca um político apanhou no Paraná”. Daí, eles começaram a me bater desesperadamente, o que não me incomodou muito. Eu fui governador três vezes e senador duas vezes com toda essa mídia em cima de mim. – Mas a chantagem foi assim direta? Direta, ou você dá dinheiro ou você vai apanhar diariamente. Eu preferi apanhar diariamente. Isso começou comigo, na verdade, na prefeitura. Fui prefeito e pressionado pela Globo por verba. Não dei verba e eles começaram a bater em mim.
== DILMA, AÉCIO E EDUARDO ==
“Eu acho que ainda a Dilma é melhor que o Aécio e o Dudu Beleza. Eu fui relator da CPI dos títulos públicos, eu analisei como é que o Eduardo Campos conseguiu os financiamentos com os títulos públicos, com os precatórios. – Como que ele conseguiu e por que o senhor o chama de Dudu Beleza? Não sou eu que chamo, é Recife que chama. Eu fiz a campanha do Dudu Beleza para a prefeitura do Recife a pedido do Arraes (Miguel, ex-governador e avô de Eduardo Campos), fiz gravações, eu era o prefeito mais popular do Brasil.  O Arraes era muito meu amigo, vinha muito pra Curitiba pra conversar comigo, mas o Dudu é a contraposição do Arraes. - Por quê? Porque o Dudu é o quadro da direita brasileira. A Dilma está à esquerda do Dudu, com todos os seus erros de condução.”
== ELEIÇÃO NO PARANÁ E PAULO BERNARDO ==
“- No segundo turno se estiverem os dois (Gleisi/PT x Richa/PSDB), o senhor não vai votar na Gleisi?
E eu vou colocar o Bernardo [marido de Gleisi, Ministro das Comunicações] no poder? Veja bem, o Bernardo esteve no poder em Londrina, ele não consegue um voto lá, ele acabou com o Zeca do PT no Mato Grosso do Sul, não chega isso? Veja o que ele está fazendo no Ministério das Comunicações, de favorecimento da grande mídia…Eu não sou inimigo da Gleisi, eu sou amigo dela há muitos anos. Do Paulo Bernardo não sou, e você sabe por que. É possível ser amigo do Paulo Bernardo? Amigo dele é o Marinho (da Globo), não sou eu.”
== Projeto Nacional ==
“A reforma política é a reforma da economia. Tirar a influência do Banco Central e dos banqueiros no Banco Central. Foi o que a Dilma começou a fazer e recuou. Basicamente é isso, um projeto nacional. Nós temos que ter um projeto de industrialização, um projeto de comércio exterior, nos não podemos ficar ao sabor da globalização, que já fracassou.
“Vou me apresentar na convenção nacional do PMDB como candidato à Presidência da República. Aí você me pergunta, você vai ganhar? Ora, eu não sou idiota, eu sei no que se transformou o meu PMDB, mas eu vou cumprir a minha obrigação junto com um grupo de economistas que trabalham comigo e apresentar um projeto. Quero estabelecer um contraponto.”
http://www.rodrigovianna.com.br/plenos-poderes/requiao-sou-candidato-a-presidente.html