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sábado, 11 de julho de 2015

exclusivo: DILMA APONTA O DEDO AOS GOLPISTAS. NÓS O FIZEMOS ANTES.

DISCORDANDO DO BEPE DAMASCO: DILMA REAGIU TARDE
Antonio Barbosa Filho (*)

O Blog do Miro publicou excelente texto do blogueiro Bepe Damasco, do qual ousarei discordar, ou melhor, ao qual oporei alguns reparos que julgo pertinentes. Discordo de uma de suas premissas: “Bastou a presidenta Dilma enfrentar pela primeira vez os golpistas na entrevista à Folha de S. Paulo, para a atmosfera golpista ficar um pouco menos carregada”.
Penso, ao contrário, que a presidenta só resolveu apontar o dedo para os inimigos do seu governo e, pela maneira de agirem contra o processo democrático, muito depois que membros do PT, do PC do B, intelectuais e internautas já estavam no campo de batalha. Louvo que ela tenha começado a falar a respeito, mas lamento dizer que deveria tê-lo feito muito antes. Na verdade, esta dívida com o Brasil o PT tem desde o governo Lula, igualmente condescendente com os discursos golpistas e de ódio. Os resultados que vemos hoje, com grupelhos e indivíduos querendo agredir petistas e democratas nas ruas ou ameaçando-os de morte pelas redes sociais, devem-se à inação e ao silêncio covarde dos dois governos e do PT na questão da regulação  da mídia.
A inoculação do veneno do ódio é processo lento, que poderia ter sido inibido desde o início. Vejo suas origens bem lá atrás no tempo, mas poderíamos citar a gritaria histérica de um Datena e seus imitadores, relativizando a violência, criminalizando os pobres, aterrorizando a população e estimulando a violência policial. São anos e anos desta pregação do terror, que só resultou em mais e mais violência, de ambos os lados: marginais e policiais. Enriqueceram-se os que promovem este festival na TV, e os que realmente controlam o crime organizado, o tráfico, a corrupção policial, o Judiciário tendencioso.
Nas pessoas que receberam este tratamento midiático, especialmente os mais jovens, a violência incorporou-se ao mundo como algo natural, e que violentos são os “outros”, os “diferentes” (cada um escolha os seus: brancos, negros, homossexuais, ateus, petistas, etc). Sheherazade é alunas de Datena, e acha o linchamento aldo “compreensível”. De fato, é.
Defendo todo o direito do Datena dizer as besteiras que quiser, mas acho que um governo progressista deveria, ao menos, oferecer um contraponto. Nunca houve. Experiências bem sucedidas de redução da criminalidade pela prevenção, e pela  inteligência policial, jamais aparecem na TV, e os governos responsáveis não têm meios de divulgá-las.
Isso é, digamos,  o caldo de cultura. Aí aparecem os radicais de direita, os ministros pop-stars do tipo Joaquim Barbosa ou Sérgio Moro, pastores das teologias estelionatárias da “prosperidade”, setores da Polícia Federal, do Ministério Público e, óbvio, a mídia cartelizada e anti-nacional de sempre, para completarem o serviço: “bandido merece apanhar e morrer” + “o PT só tem bandidos, é uma ‘organização criminosa ”como repete a rádio Jovem Pan a cada 15 minutos). Logo, eliminar o PT, como ensina Olavo de Carvalho à sua seita de fanáticos, é uma necessidade social, uma limpeza igual a que Hitler qualificou a extinção dos judeus, ou a Ku-Klux-Klan, aos negros.Olavo diz que esquerdista é sub-humano – e penso em como se esmaga uma barata.
As falas da presidenta Dilma são essenciais, mas não bastam se não forem seguidas do cumprimento rigoroso das leis que defendem a sociedade e a Democracia. Ou seja; identificar, processar e denunciar publicamente os autores de atos terroristas, das calúnias nas redes ao xingamento da presidenta num hotel de Nova Iorque, dos que ameaçaram Jô Soares, Fernando Morais, Eduardo Guimarães, aos que dizem que o filho de Lula é o homem mais rico do Brasil.
A ABIN deve ter (se não tiver é muito incompetente, no que não creio)  a “ficha” dos que pregam o ódio e a violência. A Polícia Federal não precisa de ordem do ministro ( que diz não querer controlá-la, abdicando  da hierarquia que a lei estabelece) para prender em flagrante quem premedita ou prega em qualquer espaço um magnicídio ou o assassinato de qualquer cidadão brasileiro.
Antes da presidenta falar sobre o assunto, o ex-ministro Guido Mantega já tomara a necessária attitude de processar um elemento (mais um confessadamente da seita de Olavo de Carvalho, um olavete) pelos insultos que recebeu num restaurante. O ex-presidente Lula também interpela na Justiça um deputado que o chamou de ladrão.
Se houverem dezenas de processos como esses, ou seja, um para cada acusação ou ameaça, talvez retornemos ao curso normal do Sistema Democrático, no qual todos temos direitos, mas também limites e responsabilidades.
Bepe conclui seu texto com uma frase que eu assinaria: “Se quiserem derrotar os golpistas, governo e Dilma serão forçados a subir o tom, dando nomes aos bois e denunciando para a população os atores envolvidos na conspiração pelo rompimento da ordem constitucional do país. Não há outra saída”.

(*) Antonio Barbosa Filho é jornalista, de Taubaté-SP e Delft-Holanda, e acaba de lançar seu quarto livro, “O Brasil na ‘era dos imbecis’- o discurso de ódio da Direita”, pelo Clube de Autores.




segunda-feira, 8 de dezembro de 2014

FAZ PARTE DO GOLPE DOS DERROTADOS CALUNIAR O LULA

A má fé obtusa com que o Globo noticiou o apartamento de Lula


Lula não é Mujica, sabemos todos.
Mas quem é? Francisco, o papa. E vamos parando por aí.
Isto posto, é absolutamente canalha o destaque dado pelo Globo à informação de que Lula tem um tríplex no Guarujá.
É o tipo de coisa que, editada desonestamente, só serve para alimentar a ignorância estridente dos analfabetos políticos de direita.
Vamos começar pelo seguinte: Lula tem condições para comprar um apartamento avaliado em 1,5 milhão de reais?
Ora, Lula é um dos palestrantes mais bem remunerados do mundo. Palestras de estrelas do circuito mundial giram em torno de 100 mil dólares.
Isso quer dizer o seguinte: com um punhado de palestras, não mais que isso, ele pode comprar um apartamento como o que o Globo, com a Veja na esteira, noticiou com alarde.
Fora isso, Lula tem sua pensão presidencial. Finalmente: 67 anos é uma idade em que pessoas bem sucedidas como ele, ou muito menos que ele, podem já ter acumulado um respeitável patrimônio legítimo.
Muito mais estranho, para ficar em imóveis e na Globo, foi a notícia de que a apresentadora Patrícia Poeta estava comprando, aos 38 anos, um apartamento 15 vezes mais caro na avenida Atlântica, no Rio.
Ainda no campo imobiliário, por que o apartamento de Lula é notícia, para o Globo, e o de Joaquim Barbosa em Miami não?
O valor é mais ou menos o mesmo, segundo se noticiou. Com o detalhe de que, para fazer a compra em Miami, Joaquim Barbosa inventou uma pessoa jurídica que lhe permitiu fugir de impostos americanos.
Este tipo de comportamento – denúncia é contra aqueles de quem não gostamos – ajuda a entender a imensa rejeição que tantos brasileiros têm pelas grandes empresas jornalísticas.
O Globo ludibria seus leitores ao não colocar a informação do apartamento sob o devido contexto.
A Veja, ao reproduzir o Globo, faz o que sempre faz: panfletagem, em vez de jornalismo. E o resto, bem, é o resto. Na Jovem Pan — que vai se tornando reduto do que há de mais reacionário na mídia — Rachel Sheherazade falou sobre o “chiquérrimo” apartamento de Lula, e conseguiu citar seu irmão de alma Rodrigo Constantino.
Constantino escreveu, segundo Sheherazade, que se Boulos, do MSTS, souber do triplex, pode ter a ideia de colocar lá várias famílias de sem teto. Bem, o tamanho do imóvel, segundo o Globo: 297 metros quadrados. A sala de Roberto Marinho, na sede da Globo, na qual estive mais de uma vez, tinha mais que isso.
Lula é uma saudade para milhões de brasileiros e para a mídia, que não se conforma com isso, uma obsessão.
A tal ponto chega tal obsessão que hoje no site da Folha Ronaldo ‘Quem?’ Caiado ficou por várias horas na primeira página.
O que ele fez para merecer a honraria?
Disse, do alto de sua clarividência, que Lula não tem “a menor chance” em 2018. O morto-vivo Caiado descobriu que para ser objeto dos holofotes basta falar mal de Lula.
Fazer previsões sobre 2018 agora, quando Dilma sequer iniciou o segundo mandato, remete a uma frase clássica de Keynes. “A longo prazo estaremos todos mortos.”
As grandes empresas de jornalismo, com sua obtusidade desonesta, provavelmente estarão mortas em prazo mais breve, para o bem da sociedade.
http://www.diariodocentrodomundo.com.br/a-ma-fe-obtusa-com-que-o-globo-noticiou-o-apartamento-de-lula/

quarta-feira, 6 de agosto de 2014

AMIGO DE GILMAR MENDES RIDICULARIZA A INCOMPETÊNCIA DE JOAQUIM BARBOSA

O prato frio da vingança de Gilmar Mendes?

6 de agosto de 2014 | 10:12 Autor: Fernando Brito

Se alguém não sabe  quem é Marcio Chaer, editor do site Consultor Jurídico, transcrevo abaixo a descrição que faz dele o jornalista Rubem Valente, da Folha, autor do livro “Operação Banqueiro”:
Chaer tem ou teve como clientes de suas empresas alguns dos principais escritórios de advocacia do país, muitos dos quais receberam recursos da companhia telefônica Brasil Telecom na época em que ela era comandada por pessoas indicadas pelo grupo Opportunity. Márcio Chaer é amigo íntimo do ministro do Supremo Gilmar Mendes, devidamente referido em meu livro.
Dito isso, ficamos livres para pensar que o artigo publicado por Marcio Chaer, ontem, insinuando de maneira nada indireta que o ex-Ministro Joaquim Barbosa é, em matéria de conhecimento jurídico, algo próximo do nada, possa ter uma espécie de identidade de avaliação de Gilmar Mendes, pelo intenso convívio de ambos,   mesmo que não  uma “coautoria espiritual”.
Diz de Joaquim o amigo de Gilmar:
(…)cada voto era um suplício. Até a leitura da decisão, preparada pela assessoria, a coisa ia bem. Mas quando chegava a hora dos costumeiros questionamentos dos demais ministros ao relator, complicava. Atônito, sem respostas, ele se punha a reler o voto — que não contemplava a informação solicitada. Uma nova pergunta se seguia de nova leitura do voto.
Até que um ou outro colega mais paciente, ou menos cruel, passou a vir em seu socorro. “Vossa Excelência, então, quanto à preliminar suscitada, acolhe os embargos, certo?” Ao que Joaquim murmurava algo em sentido positivo. Outro completava: “Quanto ao mérito, o relator considera prejudicado o pedido, é isso?”. Com uma variação ou outra, os votos iam sendo acochambrados até se dar formato a uma decisão inteligível ou minimamente satisfatória.
Chaer descreve que, numa roda de ministros,  alguém comentou, jocosamente:
“Olha o que ouvi agora: sugeriram ao Joaquim mostrar sua contribuição técnica no Supremo”. E todos caíram na risada.”
Não tenho, é claro, elementos para julgar com tanta severidade as luzes jurídicas de Barbosa e muito menos duvido que Chaer, que frequenta aqueles tapetes há anos, possa de fato não estar distante do juízo que fazem dele os demais ministros.
Mas há, no texto, duas coisas gravíssimas.
A primeira é a afirmação de que a Ação Penal 470 foi o tablado em que Joaquim Barbosa fez sua exibição de poder ante seus próprios pares, criando um clima em que divergir dele seria ser conduzido ao “matadouro” diante da mídia e da opinião pública por ela insuflada.
“As poucas vozes que ousaram “chutar a santa” canonizada pela opinião pública, sedenta de vingança contra a comunidade política em geral e contra o PT em particular, enfrentaram o risco aventado por Nelson Rodrigues e as vaias da plateia.”
Boa razão para a frase do Ministro Luiz Roberto Barroso, logo em suas primeiras manifestações no STF:
“Não estou almejando ser manchete favorável. Sou um juiz constitucional, me pauto pelo que acho certo ou correto. O que vai sair no jornal no dia seguinte, não me preocupa”. “Eu cumpro o meu dever. Se a decisão for contra a opinião pública é porque este é o papel de uma Corte constitucional”
Mas, para os demais, uma vergonha em acompanhar situações que só recebiam a desabrida defesa de quem, por razões políticas, simpatizava com os atropelos de Joaquim Barbosa, como o próprio Ministro Gilmar Mendes e o “ministro” Merval Pereira.
O segundo fato grave está bem lá em cima, antes de iniciar-se o artigo: a data.
Dias após a aposentadoria de Joaquim Barbosa, torna-se meramente vingança covarde fazer aquilo  que seria, antes,  um ato de informar a população e a comunidade jurídica de algo da maior gravidade – um ministro ser incapaz tecnicamente na avaliação de seus próprios colegas e estar usando uma ação penal como instrumento de sua afirmação em um tribunal que o desprezava.
Assim é que Joaquim Barbosa tornou-se, ele próprio, alvo das vilanias que praticou e até de seus próprios arroubos, como aquele em que perguntou a Gilmar Mendes se estava falando “com os seus capangas lá do Mato Grosso”.
Não, não estava.
Até porque os capangas do Mato Grosso, mesmo pacientes em suas tocaias, usam outras armas e não têm tanta paciência para esperar.
http://tijolaco.com.br/blog/?p=19801

quarta-feira, 18 de junho de 2014

STF COMEÇA A CORRIGIR OS ABUSOS DO CARRASCO JOAQUIM BARBOSA

quinta-feira, 12 de junho de 2014

FILHA DE GENOÍNO AGRADECE AO ADVOGADO AGREDIDO POR JOAQUIM BARBOSA

Eduardo Guimarães, presidente do Movimento dos Sem-Mídia, eu e o atual 
preso-político José Genoíno.
Querido Pacheco,
Te escrevo essa carta hoje, um dia tão forte para você e 
consequentemente para nós também, porque ando com a 
cabeça muito fora do eixo, dando umas bolas foras com as 
palavras orais e sentindo mais firmeza nas palavras escritas. 
Talvez, se eu te telefonasse, não conseguiria expressar tudo 
o que gostaria, tanto quanto acho que poderei colocar aqui.
Sabe Pacheco, apesar de minha profissão de educadora estar 
de alguma forma bem distante da sua, o direito sempre esteve 
meio próximo de mim, de jeitos muito significativos, e 
marcantes também. Meu pai esteve em uma faculdade de 
direito e apenas pela ditadura não terminou seu curso, e 
depois, duas grandes, grandes amigas minhas entraram no 
direito. Uma delas, uma amiga de infância, acabou me juntando 
em muitos momentos com os seus colegas de faculdade e por 
isso enquanto me constituía enquanto pedagoga, acabei 
acompanhando pessoas queridas se formando no direito.
Isso tudo para dizer que sim, para mim esse mundo jurídico de 
vocês é muito estranho e cheio de leis, decisões, decretos, e 
muito diferente do meu mundo, cheio de crianças, de 
espontaneidade, de "combinados", mas é um mundo que 
respeito profundamente, que admiro e que é cheio de gente 
muito, muito especial para mim.
Desde que meu pai foi colocado de forma tão injusta nesse 
processo, tivemos todos nós que ir adentrando nesse mundo 
jurídico e assim, ir estabelecendo uma relação com você, advogado 
dele. No começo, não era nosso foco de atenção, afinal, era algo 
entre meu pai e você e nós ficávamos apenas sabendo das coisas, acompanhando... Porém, desde o dia 15 de novembro tudo mudou 
porque meu pai perdeu a liberdade, a voz e fomos precisando 
estabelecer uma relação, nós, a família, e você, o advogado dele.
Nem sempre foi fácil porque estamos desesperados, queremos 
respostas, desejamos ações e você ia sempre precisando ir 
trazendo o dado de realidade, as leis, as possibilidades, as ações 
jurídicas, os pedidos dentro desta ou aquela lei. Todo esse 
processo foi para nós uma eterna luta e embate com esse muro 
da (in)justiça, dos trâmites e das burocracias, com sentenças, 
decretos e pareceres e para quem está de fora deste mundo e 
pior, para quem tem seu familiar assim nessa situação, isso 
tudo vai sendo uma prisão para nós.
É por isso que te escrevo para dizer que você hoje lavou a 
nossa alma. Você colocou no plenário o sangue, a força, a 
energia, a convicção que tantas vezes nós, de fora, ansiávamos 
de todas as formas por nossa condição de angústia e desespero. 
Você hoje, Pacheco, falou com clareza e com certeza porque se 
apóia na verdade e sabe que quem está do outro lado não só 
está indo contra o direito, como ele próprio sabe que o que está 
fazendo é ilegal e pior de tudo, desumano.
Eu, ao ver o vídeo, tive que escolher entre dois sentimentos: 
o do ódio pelo opressor, e o da admiração pelo defensor. Claro 
que escolhi o segundo. Claro e óbvio porque isso que aconteceu 
hoje só deve ser visto dessa forma, pela sua atitude digna e 
corajosa de decidir mostrar veementemente que a situação do 
meu pai não pode continuar como está, que não se pode seguir 
assim, protelando e atrasando, descaradamente sem entender 
que uma vida humana está em jogo.
Eu sei, Pacheco, que ao longo desse processo vocês advogados 
amigos, sofreram muito, porque tudo que foi acontecendo ia 
contra todos os precedentes, leis, decisões e a angústia deve 
ter sido tremenda. Mas considero que hoje você mostrou que 
o direito não precisa ser lei e sentença, ele pode ser vida e 
luta também, ele pode ser força, decisão e determinação. O 
direito pode ser coragem, pura coragem.
Agora, tentarão manchar sua imagem, dizer baboseiras, 
inventar e caluniar, mas é tarde demais. O vídeo é claro, as 
atitudes são explícitas e não há nada que possa ser dito 
que conseguirá mudar o fato de que hoje uma atrocidade 
foi cometida contra você, simplesmente por ser o advogado 
de José Genoino. Mas tudo tem seu preço, e todo mundo, 
cedo ou tarde, precisará arcar com as suas escolhas. Fico feliz 
em saber que a sua escolha foi a da convicção e dos valores, 
porque a sedução do poder já levou muita gente a escolher 
a perseguição, a difamação e a tortura em todos os sentidos.
Estamos juntos e lutaremos juntos até o fim.
Hoje você lavou nossa alma e estou certa de que meu pai, 
quando ficar sabendo, sentirá enorme orgulho de ter você 
como advogado.
Um abraço,
Miruna
http://www.brasil247.com/pt/247/brasil/143257/Miruna-
exalta-advogado-agredido-por-Barbosa.htm