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sexta-feira, 13 de junho de 2014

FOLHA BOICOTOU, MAS RENDE-SE AO SUCESSO DA COPA DAS COPAS

Já tem Copa, apesar da Folha!

Por Altamiro Borges

A Folha bem que tentou, mas não conseguiu melar a Copa do Mundo no Brasil. Com o seu complexo de vira-lata e a sua visão neoliberal de negação do Estado, o jornal da famiglia Frias fez de tudo para criar um clima desfavorável ao torneio. Durante vários meses, sua cobertura foi totalmente negativa e seletiva, enfatizando os atrasos nas obras, os custos da competição e a incapacidade dos brasileiros de organizarem o evento. Sempre avessa aos movimentos sociais, a Folha até criou um “protestômetro” para amplificar os protestos contra a Copa. Em seu editorial desta quinta-feira (12), porém, o jornal finalmente jogou a toalha e anunciou no título, meio a contragosto: “Vai ter Copa”.

No fundo, a Folha nunca esteve muito preocupada com os jogos e nem pretendeu combater a paixão nacional pelo futebol. A Copa serviu apenas de pretexto para atacar o governo Dilma – já que o jornal é militante do “posicionamento oposicionista”, conforme confessou Judith Brito, executiva do Grupo Folha e ex-presidente da Associação Nacional dos Jornais (ANJ). Mesmo agora, reconhecendo tardiamente que “Vai ter Copa”, o jornal não abdica da sua posição intransigente contra a presidenta. “Apoiar a seleção brasileira não significa ignorar os muitos problemas do país; o eventual sucesso em campo nada diz sobre os governos”, afirma o rancoroso editorial.

No maior cinismo, o jornal afirma que “aquele clima de Copa do Mundo, sensação que ninguém explica, mas todos reconhecem, chegou mais tarde do que em anos anteriores – e muito atrasado em relação ao que seria de esperar sendo o Brasil o anfitrião do evento. Mas chegou. O país do futebol enfim se revela nas bandeiras, ainda um pouco tímidas, que pegam carona nos carros ou se exibem nas janelas”. A Folha só não faz qualquer autocrítica da sua cobertura enviesada, que ajudou a criar este clima “tímido”. “Sem abandonar o espírito crítico, mas reconhecendo a importância do futebol para o país, esta Folha deseja boa sorte à seleção brasileira”. Alguém acredita nesta torcida?

sexta-feira, 6 de junho de 2014

REI DA HOLANDA, MERKEL E PUTIN, ENTRE LÍDERES QUE VIRÃO PARA A COPA

Rei da Holanda, Guilherme Alexander, estará na Copa das Copas.
A Copa do Mundo do Brasil terá a presença de 21 líderes mundiais, incluindo o russo Vladmir Putin, a alemã Angela Merkel e o príncipe Albert de Mônaco, informou nesta quinta-feira a presidência brasileira.
O secretário-geral da ONU, Ban Ki-Moon, e onze chefes de Estado ou de Governo assistirão o jogo de abertura do Mundial, entre Brasil e Croácia, no dia 12 de junho, no Itaquerão em São Paulo, incluindo o emir do Catar, Tamin Bin Hamad al-Thani, e o presidente boliviano, Evo Morales.

O presidente russo, Vladimir Putin, cujo país organizará a Copa do Mundo de 2018, já anunciou que assistirá a final do torneio, no dia 13 de julho, no Maracanã.

Relação dos líderes mundiais que assistirão as partidas da Copa no Brasil:

- Chanceler alemã Angela Merkel - Alemanha x Portugal, Salvador, 16 de junho.

- Rei Philippe e rainha Mathilde da Bélgica e premier belga Elio di Rupo - Bélgica x Rússia, Rio de Janeiro, 22 de junho.

- Michelle Bachelet, presidente do Chile - Brasil x Croácia, 12 de junho, São Paulo, e Chile x Austrália, Cuiabá, 13 de junho.

- Zoran Milanovic, primeiro-ministro croata - Brasil x Croácia e Croácia x Camarões, em 18 de junho, Manaus.

- Rafael Correa, presidente do Equador - Brasil e Croácia.

- Joe Biden, vice-presidente dos Estados Unidos - EUA x Gana, Natal, 16 de junho.

- John Mahama, presidente de Gana - Brasil x Croácia.

- Juan Orlando Hernandez, presidente de Honduras - Honduras x França, Porto Alegre, 16 de junho.

- Guilherme Alexandre, rei da Holanda - Holanda x Austrália, Porto Alegre, 18 de junho.

- Vladimir Putin, presidente da Rússia - final, Rio de Janeiro, 13 de julho.

- José Mujica, presidente do Uruguai - Brasil x Croácia.

- Príncipe Albert II de Mônaco - Argentina x Bósnia, Rio, 15 de junho, e Coreia do Sul x Bélgica, São Paulo, 26 de junho.

- Tamin Bin Hamad al-Thani, Emir do Catar - Brasil x Croácia.

- Desiré Bouterse, presidente do Suriname - Brasil x Croácia.

- José Eduardo dos Santos, presidente de Angola - Brasil x Croácia.

- Evo Morales, presidente da Bolívia - Brasil x Croácia.

- Ali Bongo Odimba, presidente do Gabão - Brasil x Croácia.

- Horacio Cartes - presidente do Paraguai - Brasil x Croácia.

- Uruhu Kenyatta, presidente do Quênia - uma semifinal e final.

- Ban Ki-Moon, secretário-geral da ONU - Brasil x Croácia.
http://copadomundo.uol.com.br/noticias/redacao/2014/06/05/de-
merkel-a-putin-21-lideres-mundiais-confirmam-presenca-na-copa.htm

quarta-feira, 4 de junho de 2014

GLOBO ACHA QUE FILA PARA ESGOTAR INGRESSOS É RUIM PARA A COPA!!!

A ridícula ânsia da mídia pelo “padrão Fifa”

4 de junho de 2014 | 12:51 Autor: Fernando Brito
torcida
Os ingressos dos principais jogos da Copa, obvio, estão esgotados.
Só não aconteceria isso se a Copa fosse mesmo um fracasso, como canta a nossa mídia, riquíssima de dinheiro e paupérrima de espírito.
O Globo tem, neste momento, uma manchete sobre “a confusão de torcedores revoltados” com o esgotamento dos ingressos.
No site do Globo Esporte, porém, há um vídeo da tal “confusão”.
Há, obvio, frustração de quem tentou comprar seu ingresso na última hora e não conseguiu.
Confusão, nenhuma.
Em São Paulo ,quase o mesmo, apenas um desentendimento por causa de cambistas, o que iria acontecer com jogos de Copa do Mundo em qualquer lugar do planeta, talvez apenas não na Groenlândia.
E a venda de ingressos, todo mundo sabe, é da Fifa.
Com seu padrão, seus métodos e seus prazos.
“Muvucão” no Rock in Rio é sucesso.
Ingresso esgotado na Copa, porém, é fracasso.
http://tijolaco.com.br/blog/?p=18039

DOCUMENTÁRIO EXPLICA O "COMPLEXO DE VIRA-LATAS", SEGUNDO NELSON RODRIGUES

terça-feira, 27 de maio de 2014

RONALDO CEDEU A AMEAÇAS DA REVISTA "VEJA"

Veja pressionou Ronaldo a virar a casaca: “Está pisando num campo minado”


Ele foi chamado de “imbecil” pelo escritor Paulo Coelho, quem, em 2007, integrou comitiva que acompanhou a escolha do Brasil como sede da Copa de 2014. Sete anos depois, Coelho  atacou a organização do evento e chamou o ex-jogador Ronaldo de “imbecil” ao dar entrevista ao jornal francês “Le Journal du Dimanche”, com vistas a se “imunizar” politicamente.
Coelho criticou o ex-jogador por defender a realização da Copa no Brasil. O escritor se integrou a um time no qual Ronaldo acaba de ingressar, composto por personalidades que, por conveniência e/ou medo da mídia, criticam os preparativos do país para a competição ou mentem sobre a origem dos recursos para realizá-la
Até há pouco, Ronaldo Vinha sendo uma voz dissonante. Defendia a realização da Copa e, aparentemente, colaborava com os esforços do governo federal. De repente, aparece ao lado de Aécio Neves fazendo apologia do pré-candidato do PSDB a presidente e criticando duramente a organização do campeonato no Brasil.
O que parece estar passando despercebido é que Ronaldo, entre tantas outras personalidades, sofreu fortes pressões para virar a casaca. E não é de hoje. Em 6 de abril do ano passado, reportagem da revista Veja o ameaçou.
A reportagem A Jogada mais ousada de Ronaldo, o dono da Bola no país chamou o ex-jogador de “Figura mais influente do futebol brasileiro” e o ameaçou: “Ele encara o risco de arranhar sua imagem na Copa do Mundo de 2014”.
Após sua aposentadoria, Ronaldo vinha sendo chamado pela mídia esportiva de “Um homem de negócios do futebol”. A Reportagem de Veja deu início a fortes pressões que o ex-craque sofreu para mudar de time, ou seja, para parar de defender um projeto no qual se integrara desde a primeira hora.
Abaixo, trecho da matéria de Veja que, há mais de um ano, já “alertava” Ronaldo: “Caso o Mundial seja um fiasco, ele será capaz de afirmar, ao vivo na tela da Globo, que o comitê organizador que ele próprio integra fracassou?”.
O que impressiona na matéria de Veja é que, reiteradamente, “avisa” Ronaldo de que defender a realização da Copa no Brasil pode lhe trazer problemas nos negócios. Mais um longo parágrafo da matéria de abril do ano passado termina com novo “aviso”. Abaixo, outro trecho.
Mais alguns infográficos, fotos etc. e a matéria de Veja repete a dose. Pela terceira vez, a matéria “avisa” Ronaldo para que fizesse o que acabou fazendo um ano e algumas semanas depois. Abaixo, o terceiro trecho ameaçador de Veja.
Mais um parágrafo, mais uma ameaça. Abaixo.
A repetição da ameaça de que Ronaldo poderia “se dar mal” ao emprestar seu prestígio converte-se em um mantra. A matéria de Veja parece tentar lavar a mente do ex-jogador, “avisando-o” de que estaria “arriscando” o “futuro dos seus filhos”. Abaixo, uma incrível quinta ameaça em texto tão curto.

O último gigantesco parágrafo da matéria de Veja culmina com a exibição de um Ronaldo diametralmente diferente desse que a Folha de São Paulo usou na semana passada em manchete principal de primeira página para atacar o governo usando a organização do evento. Em abril de 2013, Ronaldo negava tudo que continuou dizendo até há pouco, antes de finalmente ceder a essa e a outras pressões que sofreu para virar a casaca. Abaixo, o trecho final da matéria de Veja.
Como se vê, não foi à toa que o jovem de origem humilde que venceu na vida às custas do próprio talento traiu a si mesmo de forma tão patética. A matéria de Veja é apenas a ponta do Iceberg das pressões que vinha sofrendo para se unir aos grupos de interesse distintos que contam com o fracasso do Brasil ao sediar a Copa para extrair dividendos políticos.
Seja pelo viés de críticas à organização da Copa, seja pelo da “denúncia” mentirosa de que dinheiro da saúde e da educação foi usado para realizar o evento no país, o aparato montado por grupos políticos de direita e de esquerda para desmoralizar o Brasil internacionalmente se vale de politicagem barata e do mais puro fascismo. E nada mais.
http://www.blogdacidadania.com.br/2014/05/veja-pressionou-ronaldo-a-virar-a-casaca-esta-pisando-num-campo-minado/

quarta-feira, 21 de maio de 2014

INAUGURADO NOVO TERMINAL DO AEROPORTO DE GUARULHOS. NUNCA DANTES....rsrsrs

sábado, 17 de maio de 2014

COPA - "EL PAÍS" EXAGERA PROTESTOS E SE CONTRADIZ


A matéria publicada neste sábado pelo diário espanhol "El País" traz um erro na sua chamada de capa: diz que "As manifestações são menos numerosas que as de junho do ano passado, mas mais violentas. Além disso, nas ruas se estão misturando as reivindicações dos sindicatos de várias categorias com os movimentos cidadãos que questionam o gasto público no evento".
Na página 4, toda ocupada pelo assunto, o título também é apelativo: "Nova onda de protestos inquieta o Brasil às portas do Mundial"; e o subtítulo diz: "Os sindicatos se misturam com as marchas dos movimentos cidadãos".
Até aqui a matéria de Carla Jiménez, correspondente em São Paulo, dá a falsa impressão de que 1) o país está "inquieto" com as manifestações; 2) os sindicatos aderiram ao movimento dos anti-Copa. Na verdade, os protestos da última quinta-feira, 15 de maio, foram muito menores do que previam os seus promotores (visíveis e ocultos). Ninguém ficou "inquieto" pelos protestos, com exceção dos moradores do Recife, afetados pela greve da PM e os saques resultantes do vácuo de poder deixado pelo ex-governador Eduardo Campos, e de usuários de algumas importantes avenidas de São Paulo e do Rio de Janeiro, onde houve bloqueios, pneus queimados e depredação de alguns estabelecimentos comerciais. Embora lamentáveis, são fatos que estão na esfera policial, sob controle - em São Paulo foram presos vinte blackbostas portanto material para atentados, e no Recife (que nada tem a ver com a Copa), forças federais assumiram o controle da situação. Não houve mortes, nem pessoas gravemente feridas em qualquer incidente.

Duvido que este senhor tenha escrito a frase em inglês. Só não sei quanto ganhou para carregá-la...

Falhou também a promessa dos organizadores (visíveis e ocultos) de que haveria protestos graves em frente às Embaixadas do Brasil pelo mundo. As Embaixadas em Berlim e em Londres chegaram a pedir proteção às polícias locais, o que foi imediatamente concedido, mas não apareceu ninguém para protestar. Os brasileiros que vivem no exterior sabem que qualquer violência cometida por estrangeiros em território europeu resulta em prisão, muita humilhação, deportação e proibição de retorno ao continente por alguns anos. As penas podem incluir ainda o pagamento de qualquer dano causado a bens públicos ou privados. E os coxinhas não são tão valentes, nem recebem o suficiente de seus mentores para arcarem com tamanho prejuízo.
Tampouco é verdade que algum sindicato tenha aderido ao movimento anti-Copa. Ao contrário, os coxinhas é que tentam pegar carona em movimentos corporativos, ou dos sem-teto e outros, para tentar manipulá-los a seu favor.
Os dados fornecidos pelo próprio El País contradizem sua chamada e títulos meio sensacionalistas: "Apesar da intensidade das imagens, as manifestações não chegaram a criar um clima de pânico generalizado porque já não pegaram as autoridades de surpresa, como correu no ano passado. Segundo os dados publicados pelo O Globo, registraram 21 protestos em 20 cidades do país, algumas com apenas 50 pessoas, como em Salvador, capital da Bahia e outras, como na Avenida Paulista, palco dos protestos em São Paulo, que reuniu cerca de 1.200 pessoas na quinta-feira à noite".
Outra afirmação equivocada na matéria é que desde as manifestações de junho "o mundo continua se perguntando: 'Quando será o próximo passo da primavera brasileira, capaz de derrubar o sistema de corrupção e o desinteresse social que impera no Estado?"
Ora, que "primavera brasileira"? É uma estupidez total comparar os protestos de junho passado no Brasil com os movimentos que mudaram governos desde 2011 no Egito, Líbia e outros países do norte da África!
Onde a repórter viu alguém pedir a queda do governo, nas massas de junho, a não ser em uma ou outra placa e cartaz feitos especialmente para a TV? Ao contrário, quando o povo vai às ruas pedir melhor transporte, Educação e Saúde, está recorrendo ao Estado, querendo mais Estado - não derrubá-lo! É tão óbvio isso que só posso concluir uma coisa: a repórter Carla Jiménez não estava no Brasil em junho passado, e anda conversando com as fontes erradas...
Quando entrevistou moradores comuns de São Paulo, como um dono de banca de jornais, um taxista, etc., a autora acaba mostrando que o povo está sim começando a entrar no clima de entusiasmo que se espera do País do Futebol. Ela reproduz o filósofo Renato Janine Ribeiro, e termina sua confusa matéria assim: "Porém as pessoas já começaram a animar-se e a esquecer um pouco a decepção pelas promessas iniciais, como o legado de infraestrutura que o Mundial traria (de onde ela tirou isso, não faço idéia - ABF). 'A Copa será popular e o Brasil deve ter uma festa maravilhosa', afirma (Janine) Ribeiro'. Que assim seja".

sexta-feira, 16 de maio de 2014

"SUPER QUINTA" CONTRA A COPA FOI OUTRO FIASCO DA DIREITONA-BURRA!

Notícia da Agência Estado: 

Para Dilma, 'super quinta' de protestos foi um fracasso

Apesar dos anúncios de que esta seria uma "super quinta", com protestos significativos nas principais cidades do País, a avaliação da presidente Dilma Rousseff é que a mobilização "fracassou". De acordo com informações do Planalto, o que se viu, principalmente, foi uma "ação midiática", com anúncios de que problemas graves com manifestações monumentais contra a realização da Copa do Mundo poderiam acontecer e que, "felizmente não aconteceram".
Apesar deste considerado fracasso, o governo vai dar prosseguimento ao monitoramento criado nas 12 cidades-sede, que incluirá a manutenção de um diálogo permanente com diversos tipos de movimentos sociais para tentar barrar os eventuais violentos protestos que possam ameaçar a realização da Copa.
O entendimento do governo é que é preciso ganhar a batalha na mídia e, por isso, há mobilização das autoridades para que promovam um contra-ataque completo, no sentido de defender a realização da Copa e todo o legado a ser deixado por ela. Nesta linha, a própria presidente Dilma comandou, no Planalto, a cerimônia de compromisso pelo emprego e trabalho decente na Copa do Mundo onde afirmou: "Nós não negamos os conflitos, nós temos de conviver com eles".
Além disso, salientou que "não há nenhuma vergonha em divergir" já que "cada um tem uma posição". "A vergonha está em não reconhecer isso, a vergonha está em não buscar o consenso possível", continuou a presidente, passando a cumprimentar os que estavam ali assinando o acordo que considerou "um exemplo de como se relacionar dentro de uma sociedade democrática em que todos os direitos são respeitados".
A presidente aproveitou o discurso para apelar a todos os brasileiros para que recebessem bem os turistas brasileiros e estrangeiros que assistirão a "Copa das Copas" e avisou que "o legado da Copa é nosso". E emendou: "porque ninguém que vem aqui assistir a Copa leva consigo, na sua mala, aeroporto, porto, não leva obras de mobilidade urbana, nem tampouco estádios. O que eles podem levar na mala? É a garantia e a certeza de que este é um país alegre e hospitaleiro. Pode levar isso na mala. Agora, os aeroportos ficam para nós, as obras de mobilidade ficam para nós, os estádios ficam para nós".
O ministro-chefe da Secretaria Geral da Presidência, Gilberto Carvalho, ao ser questionado se o fracasso das manifestações ao longo do dia era um sinal de que as manifestações da Copa não levarão tanto problema para o país, foi cauteloso e disse que não poderia fazer projeções para o futuro.
"Nós apostamos que as manifestações ocorram, mas ocorram pacificamente e fazer uma projeção é muito perigoso", disse ele, reconhecendo que "a conjuntura pode mudar". E emendou: "nós preferimos não arriscar nem subestimar nenhuma capacidade de mobilização. Mas, nós apostamos, muitas das manifestações ocorreram porque as pessoas não tinham um conjunto de informações sobre a Copa do Mundo, o seu real significado, a sua janela de oportunidade".
Segundo Carvalho, as manifestações recrudesceram porque foi muito difundida, de "maneira equivocada", a ideia de que a Copa estava roubando o dinheiro da educação e da saúde. "Nós estamos provando nos diálogos que não é verdade. O Brasil, nos 4 anos de preparação da Copa, investiu em Saúde e educação R$ 800 bilhões. Nos estádios, foram gastos R$ 8 bilhões, boa parte deles não é dinheiro público, portanto não tem lógica isso".
http://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/agencia-estado/2014/05/15/para-dilma-super-quinta-de-protestos-foi-um-fracasso.htm

domingo, 9 de março de 2014

DEPOIS DO BOICOTE, VEJA SE RENDE À COPA DAS COPAS