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quarta-feira, 29 de julho de 2015

EMPRESÁRIOS IGNORAM A MÍDIA E INVESTEM NO BRASIL

GM ignora crise e investe R$ 13 bi no Brasil para trocar toda linha

André Deliberato
Do UOL, em São Paulo (SP)
  • André Deliberato/UOL
    Cúpula da GM anunciou planos para fazer uma nova família de carros no Brasil
    Cúpula da GM anunciou planos para fazer uma nova família de carros no Brasil
A GM anunciou nesta terça-feira (28) um investimento de R$ 6,5 bilhões no Brasil até 2019 para a produção de uma nova família global de veículos, que será fabricada no Brasil e em outros países emergentes a partir de 2019. A marca almeja produzir 2,5 milhões de unidades no mundo por ano, a partir de 2020.
Estes R$ 6,5 bilhões divulgados agora complementam outros R$ 6,5 bi anunciados em agosto do ano passado (totalizando os R$ 13 bilhões), que fazem parte do planejamento da marca para a construção de veículos compactos para mercados emergentes em acordo com a chinesa Saic. Sabe-se, por enquanto, que o sucessor do Celta será derivado visualmente da nova geração do Spark.

sábado, 25 de julho de 2015

LULA VÊ MÉTODOS NAZISTAS EM PERSEGUIÇÃO A DILMA E AO PT

'Parece nazistas criminalizando o povo judeu', diz Lula sobre 'perseguição' a Dilma

Do Estadão Conteúdo, em São Paulo
  • Alex Silva/Estadão Conteúdo
    Sem citar nomes, o ex-presidente criticou pessoas que se diziam democráticas e que não aceitaram até agora o resultado da eleição"
    Sem citar nomes, o ex-presidente criticou pessoas que se diziam democráticas e que não aceitaram até agora o resultado da eleição"
O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse, na noite desta sexta-feira (24), durante a posse do novo presidente do Sindicato dos Bancários do ABC, Belmiro Moreira, estar de "saco cheio" e "cansado das mentiras e safadezas" contra Dilma, e e voltou a fazer comparações com o nazismo. "O que a gente vê na televisão parece os nazistas criminalizando o povo judeu.
Em um discurso mais curto que os seus tradicionais, o petista defendeu a sucessora e tentou minimizar o cenário de crise que assola o país. "Estou cansado de agressões à primeira mulher que governa esse país, de ver o tipo de perseguição que tentam fazer às esquerdas nesse País", disse Lula. "Não tem pessoa com caráter mais forte nesse País que a Dilma", afirmou em outro trecho em que exaltou a presidente.
O ex-presidente se disse "profundamente irritado" com a reação de "pessoas que se diziam democráticas e que não aceitaram até agora o resultado da eleição". "Sei que é difícil para parte da elite brasileira aceitar certas coisas", disse, mencionando que os avanços sociais dos últmos anos incomodam as elites. "Tudo que é conquista social incomoda uma elite perversa", comentou

Crise

Lula admitiu que existe medo na população brasileira e que as pessoas começam a se preocupar com a inflação e com o desemprego, mas ressaltou que resolver a questão é prioridade do governo. "A inflação está alta, a 9%, mas vai cair", disse ao apontar que o desemprego era de 12,5% e a inflação de 12% quando ele assumiu a Presidência.
Lula disse que é preciso trabalhar a conscientização e formação das pessoas para que elas compreendam que os políticos podem melhorar suas vidas, especialmente destacando os avanços dos últimos 12 anos para os mais jovens. "Quem vem apostando no fracasso deste País vai quebrar a cara."
http://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/agencia-estado/2015/07/24/lula-diz-estar-cansado-das-mentiras-e-safadezas-e-das-agressoes-a-dilma.htm

domingo, 19 de julho de 2015

ABSURDO! LULA JANTOU COM EMPRESÁRIOS E SINDICALISTAS!

Polícia de Cardozo flagra Lula em jantar suspeito

Policias Federais da Lava Jato, subordinados ao Ministro da Justiça José Eduardo Cardozo, lançaram suspeitas sobre um convite de jantar, na casa de Emilio Odebrecht, com a participação do ex-presidente Lula.
Em furo de reportagem, o Estadão traz, em primeira mão, a relevante informação de que "Relatório da PF revela jantar ‘a pedido’ de Lula na casa de Odebrecht".
Do jantar participaram ex-Ministros, empresários e sindicalistas. O jornal ligou para advogados de Lula pedindo satisfações sobre o jantar. Não recebeu uma resposta satisfatória. Sequer houve a confirmação da relevante suspeita de que, durante o jantar, um dos convivas arrotou na mesa.
Chefe dos policiais, o Ministro José Eduardo Cardozo não foi procurado para comentar a "denúncia". Mas, se procurado fosse, diria que é "republicano" e, portanto, não pode impedir que seus subordinados divulguem a importante denúncia de que em um dia qualquer, Lula jantou na casa de um Odebrecht e que um conviva supostamente arrotou. 
A reportagem escondeu a revelação de que Lula foi flagrado comendo durante o jantar. Com base nessa informação, o procurador Valtan pretende ingressar com uma nova denúncia, acusando Lula de ter recebido vantagens indevidas, da comida servida no banquete.
A perícia está tentando levantar o tipo de comida que foi servida, assim como a marca do vinho. É possível que, a partir da revelação do cardápio, abram-se novas frentes de investigação na Lava Jato.
A Polícia do MInistro Cardozo pensa em pedir a cooperação internacional de maitres franceses, para decifrar o enigma da comida servida.
Foto levantada pela perícia técnica flagrou Lula imerso em indagações na frente de um caju. Procurado pela reportagem, o advogado de Lula negou que tivessem servido cajus de sobremesa, abrindo mais suspeitas nos investigadores sobre o teor do jantar.

http://politica.estadao.com.br/blogs/fausto-macedo/relatorio-da-pf-revela-jantar-a-pedido-de-lula-na-casa-de-odebrecht/
http://jornalggn.com.br/noticia/policia-de-cardozo-flagra-lula-em-jantar-suspeito

terça-feira, 9 de dezembro de 2014

MAIS UM PRÊMIO PARA NOSSO AMIGO AUDÁLIO DANTAS

Pois é, quem diria, Audálio Dantas está na moda

Ricardo Kotscho, em seu blog (link ao final)

Na Universidade de Taubaté, debate com Audálio Dantas, prof. Robson, eu e jornalista Irani Lima.

O tempo passa, o tempo voa, o tempo não perdoa, mas ele continua aí firme e forte, na batalha. Aos 85 anos de idade e 60 de profissão, em plena atividade, o jornalista Audálio Dantas, alagoano de Tanque D´Arca, testemunha e protagonista da nossa História, prepara-se para receber esta noite mais um premio pelo conjunto da obra. Muito justo.
Audálio está entre os "Cem Mais Admirados Jornalistas Brasileiros" que receberão seus troféus nesta noite de segunda-feira, em São Paulo. Prêmios e homenagens já fazem parte da sua rotina, principalmente nestes últimos anos, mas o de hoje é especial: foi baseado numa pesquisa inédita promovida pelas empresas Maxpress e Jornalistas & Cia., com mais de dois mil executivos de Comunicação Corporativa de todo o país, em votação direta, num universo que reúne 55 mil jornalistas profissionais.
Firme nos gestos e lhano no trato, Audálio foi e é mestre e exemplo de várias gerações de jornalistas. Repórter por gosto e vocação, está fora do mainstream da grande imprensa desde o final dos anos 1970, quando foi presidente do Sindicato dos Jornalistas de São Paulo e nele teve papel central na denúncia do assassinato do nosso colega Vladimir Herzog, tema do livro As duas guerras de Vlado Herzog _ Da perseguição nazista na Europa à morte sob tortura no Brasil, que lhe valeram os prêmios "Jabuti" (Livro-reportagem e Livro do Ano de não ficção) e "Intelectual do Ano" (Juca Pato), em 2013.
Somos amigos desde esta época, mas nunca tive a oportunidade de trabalhar junto com ele numa redação. Foi em feiras de livros, debates, seminários e nas diretorias e conselhos de entidades sindicais que passei a admirar cada vez mais este cidadão brasileiro, que teve papel fundamental na longa e penosa trajetória da ditadura à democracia, sempre fiel a seus princípios, colocando os interesses da sociedade acima daqueles da sua vida pessoal. Sei o quanto isto lhe custou, e ainda está custando, mas nunca o vi reclamar da vida. Ao contrário, está sempre disposto a encarar o próximo desafio, ao lado da inseparável Vanira, sua mulher, geralmente em atividades não remuneradas, sua especialidade.
"Você está ficando muito rabugento", queixou-se ele, com razão, na última vez em que viajamos juntos para participar do Fórum das Letras de Ouro Preto, em novembro. Para Audálio, ao contrário, não tem tempo ruim, mesmo tendo enfrentado seríssimo problema de saúde no ano passado. Não fosse por seus cabelos branqueados já faz tempo, ninguém seria capaz de adivinhar a idade desta figura, sobre a qual, alias, ainda há controvérsias.
Esta é apenas uma das muitas lendas que se criaram em torno dele, tantas quanto as reportagens e os livros que escreveu, desde que começou a trabalhar como repórter da Folha da Manhã ( hoje Folha de S. Paulo). Uma das suas primeiras reportagens premiadas foi uma entrevista "não dada" por Guimarães Rosa, quando o escritor veio lançar Grande Sertão: Veredas em São Paulo. Sem conseguir falar com Rosa, Audálio ficou fuçando em torno da mesa em que ele dava autógrafos, anotando as respostas dadas aos leitores e copiando algumas dedicatórias.
Além das características inatas de repórter que nunca desiste da pauta, Audálio sempre levou uma grande vantagem sobre a concorrência: sabe escrever, e escreve muito bem. Outra vantagem que levava nas redações é que saia para fazer uma matéria e voltava com várias, sobre os mais diversos assuntos. Nunca foi um especialista em nada. Claro que não dá para resumir neste breve texto os seus 60 anos de carreira, com passagens marcantes pelas revistas O Cruzeiro e Realidade.
Uma das passagens mais marcantes da longa trajetória de Audálio foi a descoberta, durante uma reportagem, da fantástica personagem Carolina Maria de Jesus, favelada que se tornou escritora, com o best-seller Quarto de Despejo, editado também no exterior.
Nas voltas que a vida dá, foi deputado federal pelo extinto MDB e primeiro presidente eleito pelo voto direto da Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj), vice-presidente da Associação Brasileira de Imprensa (ABI), onde ainda atua como conselheiro, atividades que lhe renderam o Premio de Defesa dos Direitos Humanos da ONU.
De tão boas, suas reportagens acabaram transformadas em livros, a começar por O Circo do Desespero, vindo depois O Chão de Graciliano, O Menino Lula e muitos outros. Até o mês passado, foi diretor-executivo da revista Negócios da Comunicação e agora trabalha em diversos projetos na área cultural, entre eles um programa de entrevistas na televisão, que ainda está negociando. É membro da Comissão Memória e Verdade da Prefeitura de São Paulo e da Comissão Nacional da Verdade dos Jornalistas Brasileiros, entre muitas outras atividades.
Se tem mesmo um jornalista admirável neste país, sem dúvida é o tal de Audálio Dantas, que nunca sai de moda... Jornalista não tem muito o hábito de falar bem de outro jornalista, mas hoje acordei disposto a abrir uma exceção.
Valeu, velho Audálio!
Vida que segue.
 http://noticias.r7.com/blogs/ricardo-kotscho/2014/12/08/pois-e-quem-diria-audalio-dantas-esta-na-moda/#r7-comentarios

segunda-feira, 8 de dezembro de 2014

COXINHAS DESEPERADOS! A SUÉCIA VIROU PETISTA-BOLIVARIANA!!!

“LULA É UMA DAS MINHAS MAIORES INSPIRAÇÕES”

EX-SINDICALISTA, PRIMEIRO-MINISTRO SUECO ACEITA APELIDO DE “LULA DO NORTE” E JUSTIFICA GASTO BRASILEIRO DE US$ 5,4 BILHÕES NA COMPRA DE NOVOS AVIÕES DE COMBATE

O funcionário de uma metalúrgica que se torna sindicalista, vira líder de uma das principais centrais trabalhistas, ingressa na política e chega ao poder máximo do Executivo. O episódio aconteceu no Brasil, certo? Errado. Na gelada Suécia, Stefan Löfven, um soldador de 57 anos, passou por todas essas etapas para se tornar no final de setembro o primeiro-ministro do país pelo partido Social-Democrata – a esquerda local -, pondo fim a um período de preponderância de governos conservadores. Tanta história em comum faz com que Löfven seja normalmente apelidado de “Lula do Norte” na imprensa europeia. Alcunha, aliás, endossada por ele próprio: após várias visitas a São Bernardo do Campo (SP), berço do movimento sindical brasileiro, ele se transformou em admirador do ex-presidente brasileiro.
Os laços entre o Brasil e o país nórdico se estreitaram ainda mais em outubro, com a assinatura de um contrato da Força Aérea Brasileira (FAB) para a compra de 36 jatos de combate Gripen NG, fabricados pela sueca Saab. Com previsão de entrega a partir de 2019, pela bagatela de US$ 5,4 bilhões – sem contar a possibilidade de novos lotes serem encomendados –, é um dos maiores contratos fechado na área de defesa este ano em todo o mundo.  Löfven recebeu um grupo de jornalistas brasileiros de passagem pela capital Estocolmo para conhecer a fábrica da Saab na cidade de Linköping, de onde sairão os novos caças da FAB. Em seu escritório, para onde vai a pé todo dia – sua casa fica a poucas quadras de distância do prédio de onde despacha – o político falou sobre a proximidade com Lula, as negociações envolvendo o Gripen, as relações econômicas entre o Brasil e a Suécia e o reconhecimento histórico feito pelo governo local de que a Palestina é um país.
O senhor ligou para a presidente Dilma logo após a confirmação de que ela havia sido reeleita. Como foi a conversa?
Em primeiro lugar a cumprimentei pela vitória, claro. Como eu também fui eleito recentemente, acabei recebendo também os parabéns dela (risos). Eu nunca conheci Dilma Rousseff, mas me encontrei com o ex-presidente Lula várias vezes. Eu sugeri a ela que tivéssemos um encontro diplomático assim que fosse possível, como uma forma de trabalharmos para manter a boa relação que temos hoje.
Como o senhor viu o acordo entre o Brasil e a Saab para a compra dos caças?
Acho que foi um bom negócio para ambos os países. O Brasil tomou sua decisão soberana de nos procurar e dizer que precisava desse avião, que é muito bom, por sinal. Mas o acordo vai muito além das aeronaves. Ele inicia uma cooperação maior entre nossos países em ciência, em tecnologia, em educação e em comércio. Nós estamos nos aproximando desde 2009, quando o presidente Lula esteve aqui na Suécia e assinou uma série de acordos de cooperação conosco, inclusive na área de biocombustíveis. Então nós já temos muito em comum, e a parceria dos caças vai nos aproximar ainda mais.  
Leia a íntegra em:
http://epocanegocios.globo.com/Informacao/Acao/noticia/2014/12/lula-e-uma-das-minhas-maiores-inspiracoes.html

quarta-feira, 6 de agosto de 2014

REDE GLOBO QUER DERRUBAR SINDICATO DOS JORNALISTAS DO RIO!!!

Globo tenta dar golpe em sindicato de jornalistas do Rio



Todo ou quase todo sindicato tem oposição. Isso é normal. Eventualmente, uma diretoria sindical é flagrada em alguma prática administrativa ou etica questionável, e perde o mandato. Mas derrubar uma diretoria sindical por questões políticas, e com ajuda da Globo, isso me parece um atropelamento da democracia.
Sabemos que todo golpe busca se legitimar juridicamente. Castelo Branco, o primeiro ditador do regime militar pós-64 foi “eleito” indiretamente por um Congresso Nacional emasculado.
Golpe é uma figura de linguagem, portanto, que significa tomada de poder através da força.
É o que estão tentando fazer no Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Rio de Janeiro, presidido pela valente Paula Mairán.
A administração e a ética da diretoria são impecáveis e inatacáveis.
A atuação propriamente sindical também é exemplar. Foi o sindicato no Rio que, em menos tempo, mais conseguiu vitórias concretas em termos de ganhos salariais e direitos trabalhistas nas redações cariocas.
Após as grandes manifestações que ocorrem desde o ano passado, com muita frequência, no Rio de Janeiro, a entidade tem sido uma das vozes mais presentes na denúncia de agressão contra jornalistas, sobretudo por parte do poder público.
Além disso, a gestão atual abriu as portas para os movimentos sociais populares da cidade, num gesto democrático que se coaduna brilhantemente com o exercício do jornalismo.
Se a Globo e seus profissionais querem emplacar outra diretoria, que esperem a próxima eleição e trabalhem para vencê-la.
Abaixo, o texto do Barão de Itararé RJ, do qual eu faço parte, divulgado hoje, que faz uma defesa democrática do Sindicato de Jornalistas Profissionais do Rio de Janeiro.
*
A luta pela democratização dos meios de comunicação, que constitui trilho irremovível de atuação do Centro de Estudos da Mídia Alternativa Barão de Itararé, não se resume apenas à implementação de determinadas políticas públicas. Nossa luta passa também pela construção e defesa cotidiana de entidades do setor que sejam solidamente democráticas, transparentes e populares.
Neste sentido, o Barão de Itararé faz um alerta ao conjunto das forças democráticas e populares do Rio de Janeiro. O Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Município do Rio de Janeiro, uma das poucas entidades que mantém uma postura sempre firme de diálogo e solidariedade com os movimentos sociais atuantes em nossa cidade, corre o risco iminente de sofrer um golpe.
Como é sabido, a ação vem sendo orquestrada de dentro das redações da mídia corporativa. Em 29 de julho surgiu o primeiro sinal: matéria com grande espaço no jornal O Globo abriu as portas para a mobilização de um abaixo-assinado pela destituição da atual diretoria do sindicato. O argumento central da acusação é o de que o sindicato estaria contra os interesses dos jornalistas ao dar espaço para os movimentos sociais em sua sede.
O Barão de Itararé posiciona-se ao lado da democracia e conclama o conjunto de movimentos sociais e organizações da sociedade civil a defenderem o Sindicato dos Jornalistas desse golpe comandado por patrões contra trabalhadores. Se estão insatisfeitos com a atuação da atual direção, o que é politicamente legítimo, então que disputem as eleições nas urnas. Golpe, não!
Barão de Itararé RJ,
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domingo, 27 de julho de 2014

SANDANTER NO BRASIL INDUZ CLIENTES A ERROS, DENUNCIAM BANCÁRIOS!



Sindicato denunciará Santander Brasil na Espanha por 'gestão temerária'

Banco enviou carta a clientes condicionando ganhos em investimentos a queda de Dilma em pesquisas. Para entidade, gesto é parte de um conjunto de medidas que comprometem desempenho da instituição
por Paulo Donizetti de Souza, da RBA publicado 25/07/2014 16:47, última modificação 25/07/2014 17:36
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WWW.SANTANDER.COM/DIVULGAÇÃO
Jesús Zalbaza
Zabalza, presidente do banco espanhol, dirigiu Divisão América da instituição antes de assumir comando no país
São Paulo – O Sindicato dos Bancários de São Paulo fará reclamação formal ao presidente mundial do banco Santander, Emilio Botín, contra a gestão do presidente da instituição espanhola no Brasil, Jésus Zabalza. De acordo com a diretora-executiva da entidade Rita Berlofa, a “atuação alarmista” do banco em pleno ambiente eleitoral brasileiro não é um caso isolado, mas parte de um conjunto de práticas que permite classificar a gestão do Santander no país de “temerária”.
A dirigente refere-se ao comunicado enviado pelo banco a clientes de renda alta, em que afirma haver “pessimismo e falta de confiança crescente”, mas que se a presidenta Dilma Rousseff “se estabilizar ou voltar a subir nas pesquisas, um cenário de reversão pode surgir... revertendo parte das altas (financeiras) recentes (obtidas por investidores)”.
Rita considera o gesto do banco “irresponsável” para com a economia brasileira. “Uma instituição desse porte não pode, ainda que tenha preferência eleitoral, praticar especulação, agredir a imagem do país e pôr em dúvida a nossa estabilidade. Vivemos situação de crescimento tímido por conta de um cenário mundial complicado, mas sustentável, com inflação controlada, juros estáveis e crescimento de empregos e renda”, diz. “Um grande banco que está aqui há 14 anos, ao apostar contra o país onde obtém um quarto de seu lucro mundial revela-se, ele sim, um perigo para seus acionistas”, critica a sindicalista, que pondera, no entanto, não se surpreender.
Segundo a dirigente, a chegada de Zabalza ao comando do banco no Brasil, em maio do ano passado, foi cercada de incertezas. “Desde lá, vem fazendo política esquisita de redução de despesas, incluindo desde o corte de gastos com água e cafezinho, passando por redução de pessoal de limpeza até o corte de trabalhadores responsáveis por atendimento e negócios, piorando drasticamente o ambiente interno de pressões e condições de trabalho e repercutindo de maneira visível na qualidade de atendimento. Simplesmente falta gente em todas as áreas”, enumera.
A determinação na “austeridade”, segundo Rita, culminou com a redução de 4.800 postos de trabalho e no fechamento de 150 agências no ano passado. “Em contrapartida, aumentou a bonificação de altos executivos em mais de 38%.”
Em junho, o Santander liderou o ranking das instituições financeiras com maior número de reclamações em levantamento do Banco Central. Foi o quinto mês em 2014, dos seis mensurados, em que a marca esteve no topo das queixa dos usuários.
Integrante da Comissão de Empresa dos empregados do Santander, Rita revela que a conduta do banco no Brasil tem sido objeto de preocupação nos países em que a instituição atua no continente. E que Jesús Zabalza é conhecido de representantes sindicais de Argentina, Chile, México, Peru, Porto Rico e do Uruguai, países componentes da Divisão América do banco, da qual o executivo foi diretor-geral antes de assumir a presidência da unidade brasileira. “Tenho participado de muitas reuniões com sindicalistas desses países e todos demonstram preocupação com eventuais impactos da política de Zabalza nas relações de trabalho e no próprio desempenho global do Santander. Vamos encaminhar formalmente um documento ao presidente mundial do banco, Emilio Botín, expressando nossas preocupações.”
A repercussão na imprensa e nas redes sociais levou o banco a soltar comunicado em sua página na internet. “O Santander vem a público esclarecer que o texto enviado a um segmento de clientes, que representa apenas 0,18% de nossa base (…) não reflete de forma alguma o posicionamento da instituição”, diz a nota.
Para a diretora do sindicato, o desmentido oficial do banco dificilmente irá minimizar o que pode ser um “tiro no pé” do ponto de vista dos supostos objetivos políticos da carta enviada aos correntistas: “As pessoas mais críticas poderão interpretar que, se um banco como esse é contra a presidenta Dilma, é ele, e não ela, o problema do Brasil”, ironiza.
reproduções
http://www.redebrasilatual.com.br/politica/2014/07/sindicato-denunciara-santander-brasil-na-espanha-por-2018gestao-temeraria2019-5318.html

segunda-feira, 26 de maio de 2014

GREVE DE ÔNIBUS EM SP FOI OBRA DE DELINQUENTES

Do peleguismo à delinquência

Por Alberto Dines em 24/05/2014 na edição 799
O Brasil ofereceu na terça-feira (20/5), em São Paulo, importante contribuição para o descrédito do sindicalismo como instrumento de defesa dos direitos dos trabalhadores, quando uma facção da agremiação que reúne motoristas e cobradores de ônibus urbanos, numa operação de guerrilha, organizou uma greve-surpresa, trancou o trânsito na hora do rush e durante os dois dias seguintes estabeleceu o caos na maior metrópole do país.
A operação comprometeu seriamente a imagem de um sindicato (cujo histórico não é dos mais decentes) e que, na véspera, fechara um acordo com o patronato. Afetou drasticamente a vida de um milhão de trabalhadores de outros sindicatos impedidos de cumprir suas obrigações e prejudicou a sociedade ao descumprir a lei que determina que nas paralisações no serviço público seja garantido um funcionamento mínimo à população.
Mais grave: confirmou as suspeitas de infiltração da grande delinquência nas manifestações promovidas pelos movimentos sociais. Os agitadores retiraram as chaves dos ônibus nas garagens impedindo sua utilização, abandonaram alguns com pneus furados em importantes cruzamentos no perímetro central e depredaram mais de cem coletivos.
As autoridades atônitas denunciam a sabotagem, mas na véspera de um evento mundial com as dimensões da Copa do Mundo acautelam-se e procuram evitar um aumento das tensões com a entrada em cena das grandes centrais ávidas para incrementar a sua influência política. As polícias, por sua vez, mantêm a tática de minimizar a infiltração das facções criminosas imaginando com esse faz-de-conta que podem ocultar da população o poder crescente do crime organizado na vida nacional.
Indícios preocupantes
O sindicalismo moderno tem as suas origens na Revolução Industrial, no final do século 18, e suas primeiras ações dirigiram-se contra as máquinas que ofereciam aos patrões a oportunidade de diminuir postos de trabalho e impor baixa remuneração. Marx e Engels lembraram em meados do século 19 que o proletariado deveria unir-se para obter melhores condições: o inimigo não era a máquina, mas aqueles que as empregavam para fomentar a desunião.
Nos anos 20 e 30 do século passado, o fascista Benito Mussolini adotou a “Carta del Lavoro” que serviu de inspiração a inúmeros governos autoritários, inclusive o Estado Novo implantado por Getúlio Vargas em 1937. Os sindicatos mudaram meta e táticas: o objetivo passou a ser o fortalecimento do Estado e não a melhoria das condições de vida e trabalho. O sindicalismo chapa-branca, estimulado por Vargas e apelidado de “pelego” (a pesada manta colocada entre os arreios e a pele dos cavalos para amenizar os efeitos do trote), foi igualmente utilizado na ditadura militar para oferecer uma base de apoio popular a um governo discricionário.
Quem liquidou o peleguismo foi o líder Luiz Inácio Lula da Silva a partir das greves no ABC, em São Paulo, nos fins dos anos 1970, com o saneamento dos sindicatos, especialmente os de metalúrgicos, reconduzidos ao caminho original de lutar por melhores condições sociais e políticas.
Três décadas depois, é preciso que os seguidores de Lula não permitam a substituição dos pelegos por malfeitores. Há indícios de que alguns militantes estão deixando os escrúpulos de lado para obter apoios em esferas próximas ao crime organizado. A proximidade das eleições justificaria a jogada. É insanidade.
http://www.observatoriodaimprensa.com.br/news/view/do_peleguismo_a_delinquencia

quarta-feira, 21 de maio de 2014

GREVE NOS TRANSPORTES DE S. PAULO TEM INTENÇÃO CLARAMENTE POLÍTICA

QUEM SÃO OS GUERRILHEIROS
QUE HADDAD DENUNCIA ?

São Paulo tem 70km de metrô e nenhum tucano em cana.
O terrorista de extrema-direita Andres Behring Breivig, que matou 77 jovens na Noruega. (A foto não consta do post de Paulo Henrique Amorim, mas a publico apenas para lembrar que a direita não tem limites na sua violência)
A cidade de São Paulo foi vítima nesta terça-feira de uma greve selvagem de motoristas de ônibus.

Eles paravam os ônibus onde estivessem e iam embora.

Como havia também uma passeata de professores municipais (leia “em tempo”)  em greve e outra de moradores sem teto, a cidade, por volta das 18h, entrou em caos.

Parecia aquela explosão social a que se refere o notável sociólogo Paulo Coelho, morador da Suíça.

Houve uma sobrecarga no sistema de metrô que, apesar de tudo, funcionou bem.

Da estação da Sé – a maior da cidade – ao ponto final na Barra Funda – são quatro estações  adiante –, os trens trafegavam cheios, mas sem aperto – o ansioso blogueiro conseguiu sentar – e se renovavam de minuto a minuto.

O problema era depois de saltar.

Como se sabe – veja “Padilha vai instalar UPPs dentro dos presídios” -, a cidade do México e a de São Paulo começaram a construir metrô na mesma época: 1974.

Seul, por aí.

No México, onde se diz, a corrupção é uma instituição nacional,  há 200 km de rede metroviária.

Em São Paulo, onde não há um único tucano em cana, há 70 km !!!

(Em Seul são 230 km).

Acredita-se que a greve seja à revelia do próprio sindicato.

Como disse Haddad, os motoristas não apresentaram nenhuma proposta, nem avisaram que iam à greve.

Se a atual diretoria do Sindicato for inocente – como faz crer, mas nunca se sabe … – a greve nasceu sem coordenação aparente.

Foi espontânea…

O que pode significar que os “guerrilheiros”, segundo Haddad, foram devidamente monitorados politicamente.

Quem sabe seja um “lock out”, fomentado pelos próprios proprietários das linhas de ônibus ?

O problema é que os “guerrilheiros” serão investigados pela própria Polícia de São Paulo.

Polícia que, talvez, nesta quarta-feira, entre em greve.

Fazer greve quando as autoridades estão tensas, por causa da Copa, e a “mídia espontânea” do PiG (*) faz de tudo para dar razão ao Alquimista, é fácil de entender.

É a melhor hora para conseguir aumento.

É do jogo.

Guerrilha, não.

É outro departamento.

Departamento em que a Polícia do Alckmin provavelmente não terá competência – se tiver interesse – em penetrar.

Em tempo: os professores municipais receberam de Haddad o maior piso do país: R$ 3.000. O sindicato está encalacrado. Não sabe como encerrar a greve. Ontem, pararam 14 escolas em 1.500.)

http://www.conversaafiada.com.br/brasil/2014/05/21/quem-sao-os-guerrilheiros-que-haddad-denuncia/

domingo, 18 de maio de 2014

PAUTA ÚNICA E SALÁRIO MENOR NO JORNALISMO DA TV GLOBO!

A coisa anda feia pelos lados da antiga "Vênus Platinada": na área do Jornalismo, os repórteres e editores estão obrigados a falar mal da Dilma, de Lula e do PT, além de mostrarem só o que acontece de ruim no Brasil. E tudo isso sob redução de salários e outras humilhações. Vejam o que informa o excelente Blog do Mello:


Jornalistas da Rede Globo denunciam emissora por várias irregularidades, inclusive assédio moral




Embora ainda seja a maior e mais poderosa rede de TV do Brasil, a Rede Globo já não pode tanto, como antes.

Além do mal que faz ao país com seu poder oligopólico, agora ela começa a fazer mal para dentro, atingindo diretamente seu corpo de jornalistas. A denúncia é do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Município do Rio de Janeiro:

Jornalistas da Rede Globo confiam na mediação do Ministério do Trabalho para erradicar irregularidades que têm se multiplicado na emissora. Redução em salários, assédio moral, acúmulo de funções, jornadas de 13 dias sem folga e banco de horas negativo foram algumas das denúncias apresentadas por cerca de 40 profissionais da empresa que estiveram reunidos com o Sindicato por mais de duas horas na tarde desta terça-feira (06/05) em um colégio do Jardim Botânico, na Zona Sul do Rio. A mesa redonda com o ministério poderá ajudar a esclarecer possíveis ilegalidades cometidas pela Globo no processo de reestruturação em curso.

A reunião foi convocada a pedido dos jornalistas da Rede Globo após redução abrupta nos salários, desde março, por uma decisão da empresa de evitar que seus funcionários trabalhem além da jornada legal de cinco horas mais duas extras. O problema é que essas horas extras robusteciam a remuneração dos jornalistas, em um sistema estimulado pela emissora, já que a média do salário-base por lá é baixo. Há casos de profissionais que perderam R$ 2.000 de um mês para o outro.

Como compensação, a Globo ofereceu uma indenização calculada sobre a média das horas extras pagas nos últimos seis meses. A compensação, de baixo valor e que não resolve a perda mensal nos salários, é encarada pelos jornalistas e pelo Sindicato como um ‘cala boca’ oferecido pela empresa.

As justificativas dadas pelo setor de Capital Humano – nome do departamento de recursos humanos da Rede Globo – aos funcionários foram um verdadeiro festival de assédio moral. Os jornalistas relataram que foram chamados um a um para conversar com analistas de recursos humanos, que não respondiam de forma clara as perguntas e até chegaram a espalhar boatos de que jornalistas fraudavam o ponto para ganhar mais. O gestor direto era chamado a participar em muitas dessas reuniões, numa atitude claramente intimidatória.

Pelo fim do ‘cheque especial’ do banco de horas

Para além dos salários, os jornalistas da Rede Globo também se queixaram do sistema de banco de horas, em que começam o mês devendo 21 horas – que seriam relativas aos sábados não trabalhados. O Sindicato reiterou que a prática é ilegal, apesar de estar disseminada nas redações do Rio que adotaram o controle de ponto. A Justiça entende que a empresa deve abonar as horas dos dias em que não requisita o funcionário. O fim desse ‘cheque especial’ do banco de horas deverá ser negociado com os patrões nas rodadas da campanha salarial.

Acúmulo e desvio de funções, jornadas de até 13 dias sem folga e a obrigatoriedade de tirar uma hora de descanso no meio do expediente são outros assuntos que deverão ser tratados na conversa com a mediação do Ministério do Trabalho. Ficou acertado no encontro de segunda-feira que uma nova reunião será marcada no mesmo local, em dois horários, para atrair mais jornalistas insatisfeitos com o desrespeito aos direitos trabalhistas na Rede Globo. 
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  Sobre este post do Mello, o jornalista Paulo Henrique Amorim (que entende muito de TV, e tudo sobre a Globo), publicou o seguinte comentário em seu sítio: 






Navalha
Na pág. C6 do Estadão deste domingo, sabe-se que, no domingo passado, dia 11, os três programas de maior audiência da Globo foram:
- Novela “Em família”- 29 pontos !;
- jornal nacional, 23 pontos (a caminho, inexoravelmente, da casa dos 10);
- e Globo Repórter, com 23, o mesmo que o jn…
Assim, não dá para pagar as contas: novela de horário nobre com 29 e jornal nacional com 23 …
Embora espalhe que só está preocupada com “qualidade” – foi assim que a TV Manchete quebrou … – a Globo busca, desesperadamente, reconquistar audiência.
Audiência = Receita.
Nenhum anunciante vai querer, num ato de desprendimento e solidariedade, engordar a fortuna dos meninos –clique  aqui para ver quanto a Forbes atribui aos filhos do Roberto Marinho – eles não têm nome próprio.
E aqui para ler no Mauricio Dias “Barões da Mídia”.
Não há BV que compense uma novela abaixo dos 30 e um jornal nacional na casa dos dez.
Como já disse este Conversa Afiada, a Globo vai morrer gorda: vai quebrar na liderança…
É por isso que começou a apertar o “Capital Humano”!
Não deixe de ler aqui e aqui o que o livro “O lado sujo do futebol” revela sobre as relações da Globo com a CBF e a FIFA: como disse o Amaury Ribeiro Junior, “Ricardo Teixeira é o quarto filho do Roberto Marinho”.
E aqui para ver que a Dilma não assiste a Globo: ela sabe que a única salvação da Globo é derrubar a Dilma.

Paulo Henrique Amorim
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