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domingo, 23 de agosto de 2015

LÍDER DA OPOSIÇÃO COXINHA PERDERÁ O CARGO E PODERÁ SER PRESO!

Constituição prevê afastamento de Cunha, dizem juristas

20 de agosto de 2015 



Juristas ouvidos pelo Congresso em Foco entendem que o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), segundo na linha sucessória à Presidência da República, pode ser imediatamente afastado do comando da Casa se virar réu da Operação Lava Jato. Ou seja, caso o Supremo Tribunal Federal (STF) aceite a denúncia que a Procuradoria-Geral da República (PGR) deve apresentar contra Cunha, em breve, pelos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro.
No entendimento dos especialistas, como Cunha pode vir a ocupar a Presidência da República em eventuais ausências da titular, Dilma Rousseff, e do vice, Michel Temer, também está sujeito a ser enquadrado no artigo da Constituição que trata do afastamento do chefe do Executivo. O dispositivo estabelece que o presidente tem de ser afastado do cargo, por determinado período, caso vire réu no Supremo.
De acordo com o idealizador da Lei da Ficha Limpa e coordenador do Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral (MCCE), juiz Márlon Reis, o STF pode afastar Eduardo Cunha de ofício, com a aplicação do artigo 86 da Constituição.
O artigo 86, combinado ao parágrafo 1º, inciso 1º, define que o presidente da República “ficará suspenso de suas funções nas infrações penais comuns, se recebida a denúncia ou queixa-crime pelo Supremo Tribunal Federal”. Para Márlon, isso se aplica diretamente àqueles que estão na linha sucessória presidencial, como o vice-presidente da República e os presidentes da Câmara, do Senado e do Supremo Tribunal Federal – este, o último da linha sucessória.
“A intenção do legislador ao incluir estes aspectos é de não contaminar o andamento do processo. É uma questão que pode ser definida, por exemplo, em uma simples questão de ordem se o STF acatar a denúncia da PGR”, afirmou Márlon ao Congresso em Foco.
Esse afastamento, no entanto, seria por um período de 180 dias. “Esse prazo é determinado para que o processo tramite o mais rápido possível”, assinalou o juiz.
A mesma tese é defendia pelo jurista Luís Flávio Gomes, ex-juiz e ex-promotor de Justiça, considerado uma das principais autoridades brasileiras no estudo do Código Penal. Para ele, é possível também um afastamento de ofício de Cunha caso seja aplicado o artigo 319 do Código Penal. Esse dispositivo versa sobre as possibilidades de medidas cautelares alternativas à prisão preventiva.
Segundo o jurista, como o presidente da Câmara não pode ser preso, por ter foro privilegiado (parlamentares só podem ser presos em caso de homicídio ou crimes hediondos com flagrante ou condenação sem possibilidade de recurso), o STF pode determinar seu afastamento por meio da aplicação do artigo 319. De acordo com Luiz Flávio, isso também pode ser feito por determinação dos próprios ministros. “É um afastamento preventivo para se evitar a contaminação das provas”, disse o ex-juiz.
(…)
http://www.diariodocentrodomundo.com.br/essencial/constituicao-preve-afastamento-de-cunha-dizem-juristas/

quarta-feira, 15 de julho de 2015

GOLPE É COISA DE REPÚBLICA DE BANANAS. COXINHAS GOSTAM DO ATRASO?

Reproduzo o texto do colega Washington Luiz de Araújo, que traduz o pensamento de todos os democratas e nos convoca a resistir sempre à simples idéia de golpismo. Quem defende golpe merece viver em Repúblicas de Bananas, coisa que o Brasil deixou de ser faz tempo...

Golpe: a infâmia que se há de combater

Golpe? Nem de ar. Ainda mais porque já me aproximo dos 60 anos numa velocidade merecedora de multa grave. O golpe político que sentimos no ar e na terra nos últimos tempos precisa ser combatido a todo o momento. Eles dizem que não são golpistas, mas pregam a derrubada de uma presidenta eleita legitimamente. Buscam os argumentos mais pífios e vão martelando via rádio, televisão, jornais, internet...
Levam a público sua ameaça com vozes graves, muxoxos, ironias. Superestimam uma crise que, se real, está bem abaixo do que enfrentaram e enfrentam vários países europeus e a superpotência Estados Unidos. Dão conotações de catástrofe a irregularidades, volta e meia diminutas, levantadas pelo aliado (deles) TCU – Tribunal de Contas da União. Estão abertos para vazamentos da Polícia Federal, Ministério Público ou qualquer outra instância, mas só àqueles que dizem respeito ao PT e ao governo federal. Bombardeiam nossos ouvidos e olhos e estômagos com notícias ruins. Tudo para semear o caos, nos tirar do sério e influenciar o máximo possível de pessoas.
Aqueles que cometem crimes de calúnia, injúria e difamação, se o fazem contra o governo, ganham o beneplácito do silêncio, e, muitas vezes, até recebem apoio, com repercussão sem qualquer crítica à atitude que deveria ser condenada, fosse outro momento. Mas como o momento é de costura de golpe, consideram como aliados todos aqueles que se postarem contra o governo. Que sejam pedófilos, torturadores, homofóbicos, corruptos históricos ou racistas, isso não importa: terão o apoio dos golpistas, pois não é hora de ficar vendo defeito nos parceiros da ora, formadores dessa infame frente golpista.
O golpe, não se iludam, só será combatido se retomarmos as ruas, se mostrarmos que a legalidade deve ser cobrada a todo o instante, se apontarmos que a democracia só será plena se a justiça realmente for para todos, se a imprensa for ética. Com a minha idade, tendo passado pelo que já passei, temo golpes de ar, admito, mas combaterei com absoluta veemência o golpe político, esse puxar de tapete que está sendo engendrado por aqueles que consideram o estado de direito um empecilho abjeto quando ele não serve aos seus interesses.


http://www.brasil247.com/pt/colunistas/washingtonluizdearaujo/188853/Golpe-a-inf%C3%A2mia-que-se-h%C3%A1-de-combater.htm

terça-feira, 2 de dezembro de 2014

GLOBO CONFUNDE O BRASIL COM A CIDADE DE "BRASIL", NA VENEZUELA!!!

Lelê Teles: O terrível recrutamento de crianças para lavagem cerebral

publicado em 1 de dezembro de 2014 às 11:21
MPF
SOBRE LUNÁTICOS, IMBECIS E PARANOICOS
Por Lelê Teles, no Facebook

Dizem que feliz é aquele que já acorda a gargalhar.
Mas a gente não ri só de alegria. Nesse momento, me sinto um daqueles cabras que assistem vídeos de acidentes domésticos para rir da desgraça alheia.
Explico-me. Hoje, logo ao despertar, antes dos exercícios para alongar a coluna dorsal, deparo-me com essa no Tijolaço: “Procurador da República em Goiás, Ailton Benedito de Souza, expôs o MPF ao ridículo ao agir contra decisão do governo venezuelano de convocar 26 jovens do Brasil para compor uma tal Brigadas Populares de Comunicação”.
Você sabe, o Estado Islâmico está a recrutar cidadãos ingleses, na flor da idade, para a terrível guerrilha fundamentalista. Não seria nada estranho que o Estado Bolivariano estivesse a fazer o mesmo com ingênuos jovens petralhas.
Foi pensando nisso, quem não o pensaria, que o heroico procurador goiano vestiu sua capa, botou a cueca pelo lado de fora da calça, meteu nos olhos uma viseira e, alucinado, envenenado como todo midiota ao ouvir falar em Venezuela, saiu a procurar chifres em cabeça de cavalo.
E fez o que qualquer super heroi que se preze faria, mandou uma intimidante intimação ao nosso Itamaraty!
Sufocado pela gravata que usa em pleno deserto do cerrado, o goiano deu dez dias para o nosso desocupado Itamaraty levantar a identidade da garotada patrícia – delírio dele – e impedir que os nossos jovens ingressem no abominável exército bolivariano.
O diabo, previdente internauta, é que o procurador tem um péssimo faro pra perdigueiro, ele leu uma noticiazinha na internet e agiu midioticamente. Veja que coisa vexosa.
O Brasil, ao qual se referia o informe, é um mero bairro popular, uma quebrada, lá mesmo na Venezuela!
Pelas barbas de Bin Laden.
O Globo, veja que o goiano não está só, chegou ao disparate de chamar os venezuelanos de brasileiros. Pode isso, Arnaldo?
Pode, responde o arbitrário juiz, tudo bem pra quem publicou uma entrevista com um sósia de Felipão como se fosse o próprio Big Phill a falar.
Para impedir barrigas como essas será necessário, e urgentíssimo, se fazer uma cirurgia bariátrica em nossa mídia.
Ventilada aos quatro pontos cardeais do planeta, a trapalhada deu motivo para que o mundo inteiro acordasse hoje a gargalhar de Goiás, do Brasil e do patético promotor.
Essa bravata, vergonhosa, me fez lembrar do cãomunista Roberto Freire.
Certa vez o intrépido pernambucano leu uma noticiazinha no site G17 que afirmava ter Dilma cunhado uma herética frase endeusando Lula, o sapo barbudo, em uma cédula de 3 reais.
Quem não se indignaria?
Freire, como um patético patriota, foi ao twitter e denunciou ao país, em menos de 140 caracteres: “Isso é uma ignomínia! Dilma pede e BC coloca em circulação notas com a frase Lula Seja Louvado”.
Louvado seja o nosso senhor Jesus Cristo, como o ódio cega as pessoas.
Que vontade de fazer como o Mestre da Galileia, cuspir nas mãos cheias de barro, esfregá-las e friccioná-las nos olhos destes cabras para ver se a luz penetra.
É muita treva a nos atravancar.
Palavra da salvação.
http://www.viomundo.com.br/humor/lele-teles-o-terrivel-recrutamento-de-criancas-para-lavagem-cerebral.html

domingo, 23 de novembro de 2014

GOVERNO CONTINUA PÉSSIMO EM COMUNICAÇÃO, E O PIG DEITA E ROLA

O estilo Dilma de escolher o novo ministério

Autor: Miguel do Rosário

O ministério pode ser novo, mas o estilo do governo continua o mesmo.
Comunicação zero.
Os novos nomes estão sendo vazados para a mídia à seco, sem que o governo dê uma palavrinha sobre os planos subjacentes às respectivas pastas.
Fazenda?
Joaquim Levy. Ponto final.
Não aparece um porta-voz (até porque não existe), nem secretário de imprensa (que também não existe), para dizer aos brasileiros que, independente do nome, o ministro vai seguir as diretrizes A ou B.
Agricultura?
Katia Abreu. Ponto final.
A informação vem seca e dura para engolirmos, sem que o governo tenha gentileza de vir à público explicar que a sua política de apoio à agricultura familiar vai continuar firme, ou mesmo se expandir, e que há planos para aprofundar a reforma agrária.
O anúncio de Katia Abreu na Agricultura tinha de vir acompanhado do nome do ministro para o Desenvolvimento Agrário, que é a pasta ocupada pelo representante da agricultura familiar, dos sem terra, e, geralmente, o maior defensor da reforma agrária dentro do governo.
Com isso, as acusações (justas) de conservadorismo, exacerbadas quando se lembram as posições tolamente antibolivarianas de Katia Abreu, seriam compensadas com elogios à ousadia nas áreas mais fundamentais para a esquerda que pensa a agricultura: o meio ambiente, as condições dos trabalhadores rurais e a questão fundiária.
O blog Diario do Centro do Mundo republicou, há pouco, trechos de um artigo de Katia Abreu para a Folha, sobre o bolivarianismo.
É um amontoado de exageros, e busca fazer festinha com o eleitorado de direita.
Mais uma razão para o governo entrar em ação, com um porta-voz explicando que o pensamento de Katia Abreu não reflete o pensamento do governo. E externar, então, o que o governo pensa sobre o tema.
Transparência, transparência, transparência.
Somente a transparência nos salvará.
Até nos EUA, pátria do direitismo, os dois principais partidos adotam extrema cautela para não ferir as suscetibilidades do eleitorado de esquerda, que é muito grande na terra do tio Sam.
Na última edição da New Yorker, um articulista lista os possíveis pré-candidatos dos Democratas que podem fazer frente à Hillary Clinton, considerada centrista demais, nas eleições presidenciais de 2018.
Outros nomes democratas ensaiam discursos mais progressistas, para seduzir um eleitorado desencantado com Obama.
O próprio Obama, ao lançar a medida que ajudará 5 milhões de ilegais, acena para a esquerda e sua imensa base social, com a qual deverá contar para enfrentar um congresso agora dominado por republicanos conservadores.
Ao mesmo tempo, o governo brasileiro poderia fazer política, ou seja, explicar a seus correligionários que o agronegócio não pode ser demonizado, e que o governo precisa de um nome forte do PMDB para aumentar a influência sobre a escolha do novo presidente da Câmara, e aprovar reformas democráticas.
Nas entrelinhas, ficaria subentendido que o governo já começou a lutar para derrubar Eduardo Cunha de uma possível presidência da Câmara.
Enfim, política se faz com ideias, com persuasão, com informação, e, sobretudo, com comunicação direta e constante entre o representante e o público.
É disso que Fabiano Santos falava, em entrevista à TV Brasil, quando dizia que “política transforma”.
O governo precisa entender que a escolha de ministros transmite uma mensagem à sociedade, inclusive na maneira como a informação é vazada.
Por isso mesmo, o processo de escolha dos novos ministros, que inclui as inevitáveis fofocas, tinha de vir acompanhado de entrevistas, depoimentos e esclarecimentos constantes por parte do governo.
Custa tanto assim contratar gente da área de comunicação e política?
Com todo o respeito aos ascensoristas e garçons, o Planalto não poderia mandar embora alguns servidores e ampliar a sua área de comunicação e política?
Não se trata de algo exatamente para beneficiar o governo, mas um gesto de respeito para com a população.
Recebi, há pouco, um longo email do presidente dos EUA, Obama, explicando a sua nova medida em apoio aos imigrantes ilegais.
Comunicação direta entre o presidente da república e o povo.
Dilma não pode fazer o mesmo?
Não pode mandar um email para todos os brasileiros, que se cadastrarem em algum site, explicando porque escolheu este ou aquele ministro, debelando assim as inevitáveis crises que surgirão, vide que será impossível agradar a todos?
Seria “bolivarianismo”?
Será que passaremos mais quatro anos abominando a comunicação do governo, que não existe?
É claro que, sem fazer nada, relegada à inércia total, a comunicação governamental só tende a se deteriorar, porque só se aprende fazendo.
Fazendo, errando, fazendo, acertando.
Comunicação é uma necessidade para uma governo democrático, e trata-se, repito, de um gesto de respeito para com o povo brasileiro, que não merece ouvir falar do governo apenas através da nossa mídia, cujos defeitos conhecemos muito bem.
http://tijolaco.com.br/blog/?p=23205

sábado, 25 de outubro de 2014

VEJA INVENTA DELEGADO SEM-NOME, E A FOLHA SÓ COPIA...

Folha varre o lixo da Veja e serve as sobras ao público, por Ricardo Amaral


Folha varre o lixo da Veja e serve as sobras ao público
Ricardo Amaral
Jornal retoma o triste papel que lhe coube em 2010: secundar notícias da revista contra o PT
A Folha passou a tarde de sexta azucrinando assessorias de imprensa do governo e do PT. Anunciava ter a confirmação da capa da Veja e novos detalhes sobre a suposta denúncia do doleiro Yousseff divulgada pela revista. Era blefe. Mais um.
A manchete de hoje limita-se a reproduzir o enunciado da revista: Lula e Dilma sabiam, disse o doleiro. Sem apuração própria, a Folha repete o erro jornalístico fundamental de Veja: não informa quem teria ouvido a suposta denúncia de Yousseff.
Qual é o nome do delegado que teria tomado o depoimento do doleiro na terça-feira?
Qual é o nome do representante do Ministério Público?
Qual é o nome do advogado que acompanhava o depoente?
Sem esses nomes – ao menos um deles – é impossível fazer uma checagem independente do que afirma a revista.
A revista que inventou o grampo sem áudio inova outra vez e nos apresenta o delegado fantasma, o promotor invisível e o advogado anônimo.
A Folha acrescenta a esse roteiro uma conversa que teria ocorrido entre Lula e o deputado José Janene. Que está morto. Mais uma vez, o recurso a uma acusação impossível de checar.
Na edição deste sábado a Folha retomou o triste papel de secundar matérias da Veja contra o governo e o PT.
Foi assim em 2008, quando sustentou por semanas a história rocambolesca do “dossiê dos cartões corporativos”, nascida na revista.
Foi assim no primeiro turno de 2010, quando tentou preencher, com histórias requentadas, o suposto dossiê da “equipe de inteligência” da campanha de Dilma, outra criação original de Veja.
Foi assim no segundo turno, quando publicou entrevista com um vigarista condenado, para manter acesa denúncia da revista contra a ex-ministra Erenice Guerra. Era uma fonte tão desqualificada que seu depoimento foi terceirizado, da revista para o jornal.
No tempo em que havia jornais, era comum correr atrás de furos da concorrência e tentar assumir a liderança de uma cobertura. Não é esse o caso nessa véspera de eleição.
Hoje a Folha recolhe o lixo da Veja. E serve as sobras ao público, a serviço de seu candidato.
PS: A propósito de apuração própria, sem fazer escândalo, o site do Estadão oferece outra versão sobre as supostas referências de Yousseff a Lula:
“Todas as pessoas com quem eu trabalhava diziam o seguinte: ‘todo mundo sabia lá em cima, que tinha aval para operar. Não tinha como operar um tamanho esquema desse se não houvesse o aval do Executivo. Não era possível que funcionasse se alguém de cima não soubesse, as peças não se moviam”.

O doleiro, na versão do Estadão, não afirma que “Lula sabia”. E sequer menciona Dilma. Ele apenas supõe. Se é que supôs.
http://jornalggn.com.br/noticia/folha-varre-o-lixo-da-veja-e-serve-as-sobras-ao-publico-por-ricardo-amaral

domingo, 3 de agosto de 2014

AUMENTA PRESSÃO DAS RUAS PELA REFORMA POLÍTICA

Entidades querem forçar reforma política recolhendo 10 milhões de assinaturas

Por Vasconcelo Quadros I iG Brasília 

Com 800 comitês pelo Brasil, entidades mobilizam plebiscito em setembro, com objetivo de impor Constituinte exclusiva

Com a expectativa de levar 10 milhões às urnas na Semana da Pátria – de 1º e 7 de setembro – 350 entidades da sociedade civil pretendem realizar um plebiscito simbólico para convocar uma Constituinte exclusiva, destinada a mudar radicalmente o sistema político atual. Tema periférico nas campanhas dos presidenciáveis, a sempre falada e nunca executada reforma política pode assim finalmente acontecer.
O movimento iniciado por estas entidades conta com mais de 30 mil ativistas empenhados na organização da campanha e cerca de 800 comitês municipais instalados em todos os Estados. A pretensão da mobilização em torno do plebiscito é absorver o espírito das manifestações de junho do ano passado, algo que tem sido esquecido pelos candidatos à Presidência da República.

Futura Press
Pretensão da mobilização do plebiscito é absorver o espírito das manifestações de junho de 2013


A intensão é condensar a vontade de mudança explicitada nas manifestações numa única pauta, que é tornar o sistema político mais representativo. Mais ainda: que ela seja imune à interferência do poder econômico. O ponto central seria então o fim do financiamento privado de campanhas.
Milhares de urnas serão montadas no país inteiro em setembro, durante a consulta popular. Como é necessário explicar à população o que vem a ser a reforma política e sua principal meta, a mobilização será uma campanha dentro da campanha eleitoral.
Um dos idealizadores do plebiscito, o economista João Pedro Stédile, líder do Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MST), diz que o principal objetivo é conseguir mobilizar “um mutirão nacional”, aglutinando todas as organizações populares numa cruzada por mudanças no sistema político. No final, as entidades entregarão um manifesto aos chefes dos três poderes pedindo a Constituinte.
O desafio do movimento, segundo ele, é fazer com que a população perceba que as saídas para problemas – como moradia, educação, transporte público de qualidade, reforma agrária e juros mais baixo – estão diretamente relacionadas com os rumos da política, hoje altamente influenciada pelo poder econômico, que dá as cartas num Congresso com pouca representatividade e em descrédito.
Stédile entende que a ampla maioria dos candidatos está preocupada apenas com a carreira pessoal e, consequentemente, buscando nas empresas os financiadores de sua suas campanhas. “O verdadeiro colégio eleitoral, agora, não é mais resultado das urnas. São as 117 grandes empresas, que financiam 85% de todas as campanhas. A previsão de gastos para 2014 ficará ao redor de R$ 4 bilhões em todo Pais”, afirma.
As entidades acreditam que se a campanha atingir seu objetivo de mobilizar milhões, os políticos eleitos este ano serão pressionados a convocar de um plebiscito oficial para ser realizado já no final do primeiro semestre de 2015, com regras definidas rapidamente. A Constituinte eleita teria, então, um ano para fazer a reforma política. Stédile alerta que se não houver mudanças, o país enfrentará uma grave crise política no ano que vem. “As mobilizações voltarão às ruas, com força ainda maior, e contra os políticos eleitos”, aposta ele.
Lucas Pelissari, porta-voz da Secretaria Operativa Nacional, responsável pela organização do plebiscito, afirma que o movimento está ganhando força e acabará se impondo. “A reforma política pode entrar na agenda dos candidatos como tema central da campanha”, prevê. Embora favorável a mudanças através de um projeto de lei, a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) e a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) também enxergam descrédito na classe política atual e engrossarão a campanha pela reforma.
“Essa eleição está sendo pautada pelo poder econômico e quem for eleito não representará a população”, argumenta Pelissari. Segundo ele, de 2002 para cá, o volume de recursos despejados pela iniciativa privada nas eleições aumentou 400%, enquanto o Produto Interno Bruto (PIB) cresceu 40%.
http://ultimosegundo.ig.com.br/2014-08-02/esperando-recolher-10-milhoes-de-assinaturas-entidades-querem-forcar-reforma-politica.html

terça-feira, 29 de julho de 2014

ALCKMIN PERDE MANOBRA ELEITORAL E TERÁ QUE RACIONAR ÁGUA

MPF MANDA
ALCKMIN RACIONAR ÁGUA

Por que o Cerra e ele não fizeram cisternas ?
Segundo o Globo (enterrado no pé da pág. 6), o Ministério Público Federal de São Paulo 
deu dez dias ao Governador (?) Geraldo Alckmin para racionar o fornecimento 
de água a 8 milhões de consumidores da cidade de São Paulo abastecidos pelo 
Sistema Cantareira, que vive no “volume morto” há muito tempo.

Se não racionar, o MPF pode tomar medidas judiciais.

Estudo da Unicamp revela que a Cantareira, sem racionamento, seca inteiramente em 
cem dias – a tempo de o eleitor mandar os tucanos passear na … Cantareira.

Por que o Padim Pade Cerra que também governou (sic) São Paulo e o Alckmin não construíram cisternas ?
Dilma construiu cisternas e açudes no Nordeste e ninguém mais morre de sede, 
nem foge para os grandes centros em busca de água e comida.
Se o Eduardo Suplicy fosse menos tucano, na eleição para Senador ele pendurava o 
racionamento nas costas do Cerra também.
Por falar em água e comida: de que vive o Cerra ?



Em tempo: Padilha vem aí de jaleco branco.

Em tempo2: 
a empresa estadual de abastecimento de água, a Sabesp, no tempo do 
Governador (sic) Cerra, era a central de propaganda da campanha – fracassada – à 
Presidência. O amigo navegante se lembra de a Sabesp oferecer cano no Acre. E 
seria a Sabesp a encarregada de construir aquele cano que ia de Sergipe ao Ceará, 
quando o presidente eleito Padim Pade Cerra irrigaria o Nordeste, a partir de São 
Paulo. Um prodíjio (é assim mesmo, revisor. Obrigado) !


Paulo Henrique Amorim
http://www.conversaafiada.com.br/brasil/2014/07/29/mpf-manda-
alckmin-racionar-agua/

quinta-feira, 24 de julho de 2014

VIGILANTE ACHA QUE AECINHO DEVERIA RENUNCIAR DEPOIS DO ESCÂNDALO AÉREO