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sexta-feira, 5 de dezembro de 2014
quarta-feira, 3 de dezembro de 2014
BRUNO COVAS USOU CAIXA-2 E SERVIDORES EM SUA CAMPANHA, DIZ PT-SP
PT-SP entra com representação contra o tucano Bruno Covas
O diretório estadual do PT de São Paulo informou nesta quarta-feira, 3, que entrou com uma representação na Procuradoria Regional Eleitoral contra o deputado estadual Bruno Covas (PSDB). O PT alega que o deputado se utilizou de empregados públicos estaduais para serviços de campanha, o que é vedado pela legislação. A nota enviada pela sigla cita osfuncionários da Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental (Cetesb) Mario Welber Bongiovani Ferreira e Fabiana Macedo de Holanda.
Ainda segundo o texto do PT, a representação, enviada na segunda-feira, 1º, cita também Otávio Okano, presidente da Cetesb, por ter cedido o serviço dos empregados para a campanha eleitoral de Bruno Covas.
O departamento jurídico do PT-SP ressalta, no documento, que Welber foi apreendido pela Polícia Federal no Aeroporto de Congonhas, no dia 27 de setembro, quando embarcava para São José do Rio Preto, com R$ 102 mil em dinheiro e 16 cheques da campanha de Bruno Covas, assinados em branco, além de material de campanha do candidato. O partido alega não constar no site da Cetesb a data de licença de Welber e que, mesmo que constasse, haveria irregularidade.
Com relação a Fabiana, o departamento jurídico destaca na nota que foram divulgados e-mails em que ela assinava como representante da assessoria de imprensa do deputado.
Em 8 de outubro, dois dias após a eleição, o deputado João Paulo Rillo, líder da bancada do PT na Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp), já havia protocolado no conselho de Ética da Casa um pedido para que Covas esclarecesse suas ligações com Welber. A representação levantava a suspeita de que o dinheiro apreendido com Welber fosse proveniente de caixa 2.
http://osamigosdopresidentelula.blogspot.com.br/
segunda-feira, 1 de setembro de 2014
UM AVIÃO SEM-DONO NA CAMPANHA DE MARINA: IMPUGNAÇÃO JÁ!
FORTE INDÍCIO DE CAIXA 2
NO JATO DE CAMPOS E MARINA

Assinatura do novo proprietário aparece ilegível no contrato de compra
do jato da Cessna, usado pela campanha do PSB e que caiu com o ex-governador de Pernambuco Eduardo Campos; negócio firmado em 15
de maio de 2014, por US$ 8,5 milhões, também não foi registrado em cartório; inquérito da Polícia Federal apura que o Citation PR-AFA foi
objeto de pagamentos à usina AF Andrade por seis CNPJs, em 16 transferências; Marina Silva também viajou na aeronave, mas seu vice,
Beto Albuquerque (PSB-RS), insiste em dizer que as suspeitas "não
são problema" do partido; advogados apontam ilegalidade num contrato
sem comprador identificado
1 DE SETEMBRO DE 2014 ÀS 06:12
247 – Uma nova arbitrariedade surge no caso do avião usado pela campanha do PSB e que caiu com o ex-governador de Pernambuco Eduardo Campos. No contrato de compra do jato da Cessna, firmado em 15 de maio de 2014, por US$ 8,5 milhões (R$ 19 milhões), não consta o nome do comprador. O documento também não foi registrado em cartório.
O avião pertencia a Alexandre e Fabrício Andrade, donos do grupo A. F. Andrade, de Ribeiro Preto (a 313 km de São Paulo), uma das maiores usinas de álcool no país, hoje em recuperação judicial, com dívidas de R$ 341 milhões.
No lugar da assinatura, o nome do novo proprietário aparece ilegível.
O empresário pernambucano apontado como o comprador, Joo Lyra
de Mello Filho, não quis reconhecer se a assinatura era dele.
Um inquérito da Polícia Federal apura que o Citation PR-AFA foi
objeto de pagamentos de R$ 1,7 milhão à usina AF Andrade por seis
CNPJs, em 16 transferências. No grupo de empresas, aparece a
Geovane Pescados, que seria uma peixaria na periferia de Recife,
mas é fantasma, com doação de R$ 15,5 mil. Já a Leite Imobiliária,
que pertenceria ao dono de factoring Eduardo Ventola, fez pagamento
de R$ 710 mil. Ele seria o principal pagante pelo avião.
Marina Silva também viajou na aeronave. O procedimento é irregular
e fere lei eleitoral.
O governo de Pernambuco também concedeu benefícios fiscais para
a empresa Bandeirantes Companhia de Pneus Ltda. – suspeita de irregularidades na negociação para a compra do jato.
No entanto, o vice na chapa do PSB à Presidência, o deputado federal
Beto Albuquerque (PSB-RS), insiste em dizer que as suspeitas em
torno do jato com o comitê de Eduardo Campos "não são problema"
do partido.
Leia aqui reportagem de Mario Cesar Carvalho sobre o assunto.
quinta-feira, 29 de maio de 2014
SECRETÁRIO JILMAR TATTO DESMENTE CALÚNIA DO REI DO ESGOTO. VAI PROCESSAR O DIFAMANTE?
Carta ao Blog do Reinaldo Azevedo e a seus leitores
Em relação às postagens dos dias 22, 23 e 24/5, esclareço que as doações feitas pelo meu Comitê Eleitoral de Campanha a deputado federal, em 2010, ao Comitê do então candidato Luiz Moura são públicas, estão rigorosamente em conformidade com a legislação eleitoral vigente e Essas contribuições não são feitas com recursos próprios. A prestação de contas de minha campanha foi feita ao TRE-SP e pode ser consultada por todo cidadão. Inclusive, pode-se verificar que houve transferências e doações de bens, estimáveis em dinheiro, como materiais impressos, a vários candidatos com quem fiz campanhas conjuntas. Da mesma forma, também recebi contribuições, bem como todos os candidatos. O compartilhamento de despesas está amparado pela Res. 23.217 do TSE, de 2/3/2010. Inclusive, este mesmo documento estabelece em seu Art. 17, que “doações realizadas entre candidatos, comitês financeiros e partidos, deverão fazer-se mediante recibo eleitoral e não estão sujeitas aos limites fixados” na mesma resolução. Minha relação com o deputado estadual Luiz Moura, e todos os parlamentares com quem tenho contato, se fez e se faz estritamente no campo político partidário. Portanto, não cabe qualquer outro tipo de interpretação.
Em relação às postagens dos dias 22, 23 e 24/5, esclareço que as doações feitas pelo meu Comitê Eleitoral de Campanha a deputado federal, em 2010, ao Comitê do então candidato Luiz Moura são públicas, estão rigorosamente em conformidade com a legislação eleitoral vigente e Essas contribuições não são feitas com recursos próprios. A prestação de contas de minha campanha foi feita ao TRE-SP e pode ser consultada por todo cidadão. Inclusive, pode-se verificar que houve transferências e doações de bens, estimáveis em dinheiro, como materiais impressos, a vários candidatos com quem fiz campanhas conjuntas. Da mesma forma, também recebi contribuições, bem como todos os candidatos. O compartilhamento de despesas está amparado pela Res. 23.217 do TSE, de 2/3/2010. Inclusive, este mesmo documento estabelece em seu Art. 17, que “doações realizadas entre candidatos, comitês financeiros e partidos, deverão fazer-se mediante recibo eleitoral e não estão sujeitas aos limites fixados” na mesma resolução. Minha relação com o deputado estadual Luiz Moura, e todos os parlamentares com quem tenho contato, se fez e se faz estritamente no campo político partidário. Portanto, não cabe qualquer outro tipo de interpretação.
Jilmar Tatto
Secretário Municipal de Transportes / Deputado federal (PT) licenciado
Secretário Municipal de Transportes / Deputado federal (PT) licenciado
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quinta-feira, 3 de abril de 2014
ITAÚ CANSA DE INTERMEDIÁRIOS E QUER ELEGER O PRESIDENTE
HERDEIRA DO ITAÚ COORDENA PROGRAMA
DE CAMPOS E MARINA

Considerada a ‘fada madrinha’ da ex-senadora desde
2010, Neca Setúbal entra oficialmente na campanha
à Presidência do PSB pela Rede; socióloga e filha de
Olavo Setúbal, ela foi responsável pela captação de
recursos da nova sigla: "A Marina fala que nós duas
viramos amigas porque fomos contra os nossos
destinos. Porque era para a Marina ser uma moça
pobre do seringal do Acre e eu, uma moça rica da alta sociedade paulistana. Temos uma amizade muito
bonita", diz
3 DE ABRIL DE 2014 ÀS 08:20
247 – Considerada a “fada madrinha” de Marina Silva, Neca Setúbal,
herdeira do Itaú, vai assumir a coordenação do programa de governo
de Eduardo Campos (PSB) pela Rede.
Segundo Vera Magalhães, do Painel, ela foi convidada pela ex-
senadora no sábado, em sua festa de aniversário em Itu. O PSB
indicará um nome para atuar em parceria com a socióloga.
Filha do falecido dono do Banco Itaú, Olavo Setúbal, ela é a segunda
de seis filhos homens – parte de uma família que tem fortuna
avaliada em R$ 5 bilhões. Além de amiga de Marina Silva, Neca é
responsável pela captação de recursos da Rede.
"A Marina (Silva) fala que nós duas viramos amigas porque fomos
contra os nossos destinos. Porque era para a Marina ser uma moça
pobre do seringal do Acre e eu, uma moça rica da alta sociedade
paulistana. Temos uma amizade muito bonita", diz.
As duas se conheceram em 2007, e a amizade cresceu às vésperas
da campanha presidencial de 2010, quando o cineasta Fernando
Meirelles convidou a empresária para participar de um vídeo em apoio
a Marina.
Ela acompanhou a então candidata do Partido Verde (PV) em viagens
pelo Brasil, fez doações para a campanha, elaborou um plano de
governo na área de Educação e disse ter ficado cada vez mais
"impressionada com o carisma e o carinho que Marina desperta".
http://www.brasil247.com/pt/247/poder/135487/Herdeira-do-Ita%
C3%BA-coordena-programa-de-Campos-e-Marina.htm
sábado, 8 de março de 2014
TUCANOS NÃO PODEM DIZER-SE CONTRA A CORRUPÇÃO. É MENTIRA!
Marcos Valério é condenado por evasão e lavagem de dinheiro no mensalão tucano. E para os tucanos, nada…
7 de março de 2014 | 20:55 Autor: Fernando Brito
O publicitário Marcos Valério de Souza e sócios sócios Ramon Hollerbach e Cristiano Paz foram condenados por promover a saída clandestina de recursos financeiros do País e por “esquentarem” dinheiro para “uma estrutura organizada para favorecer a chapa composta por Eduardo Azeredo e Clésio Andrade na campanha ao pleito de Governador do Estado de Minas Gerais no ano de 1998, por meio do desvio de verbas públicas e obtenção de recursos privados, em cuja implementação eram peça-chave as empresas DNA Propaganda Ltda, SMP&B Comunicação Ltda e seus sócios”.
Mas o principal beneficiário do esquema, Eduardo Azeredo – definido como “um homem de bem” pelo candidato tucano Aécio Neves – ainda alimenta a esperança de ser beneficiado pela prescrição da pena, principal motivo de sua renúncia ao mandato de deputado federal.
Ele depende do relatório do Ministro Luiz Roberto Barroso para escapar, pois a devolução do inquérito à primeira instância reabrirá todo um caminho de protelação que pode levar à caducidade da pena e, portanto, á extinção da ação penal.
Vai ser interessante observar o comportamento dos ínclitos ministros Gilmar Mendes e Joaquim Barbosa neste caso.
Talvez, até, acompanhem o relator.
Azeredo está morto, e o melhor é que o enterrem logo.
Antes que ele se meta a besta, querendo levar alguém com ele.
http://tijolaco.com.br/blog/?p=15080
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segunda-feira, 16 de dezembro de 2013
E A VEJA ACERTOU UMA! "MENSALÃO" FOI CAIXA-2!
Editorial da Veja admite caixa dois no “mensalão”
16 dez 2013/0 Comentários/ destaque /Por Equipe do Blog
Após passar os últimos oito anos pregando que o chamado escândalo do mensalão
foi um esquema de compra de parlamentares no Congresso com dinheiro público, a
revista Veja admitiu finalmente que o esquema se referia, na verdade, ao caixa dois.
A admissão está no editorial da mais recente edição da revista, a seção chamada
Carta ao Leitor. Nós, da Equipe do Blog, trazemos agora essa informação para os
leitores.
Os réus sempre disseram que nunca houve compra de venda de votos na Câmara –
e, sim, o caixa dois. A Veja sempre atacou essa versão.
Mas, em seu editorial defendendo as doações de empresas para as campanhas
eleitorais, a revista é explícita ao concordar com a defesa dos réus: “A reportagem
de Veja mostra que a prioridade mais óbvia nesse campo em que a iniciativa privada
se encontra com as eleições é a repressão intensa às doações ilegais, pois elas, sim,
estão na origem dos grandes escândalos de corrupção. É o dinheiro do caixa dois
que azeita as engrenagens mais perversas da corrupção. Está aí o escândalo
do mensalão como prova candente desse fato”.
Ou seja, a revista admite que o dinheiro envolvido no mensalão tem origem em caixa
dois. Durante o julgamento, Veja endossou a tese que condenou os réus, acusados de
desviar dinheiro público para financiar o mensalão. Mas, agora, na hora de defender as
doações privadas, a verdade sobre o caixa dois vem à tona na Veja.
sábado, 14 de dezembro de 2013
VEJA PÕE A FACA NO PESCOÇO DO SUPREMO. DE NOVO.
VEJA ABORDA CAIXA DOIS PARA TENTAR VIRAR
O JOGO NO STF
Reportagem de capa da revista semanal, sobre o
"rei dos laranjas" Adir Assad, que teria movimen-
tado R$ 1 bilhão, recebidos de empreiteiras como
Delta Engenharia e Andrade Gutierrez, para dis-
farçar propinas pagas a diversos políticos, visa
convencer ministros do Supremo Tribunal Federal
de que a proibição às doações privadas fará explo-
dir o caixa dois; revista alega que, sem o dinheiro
de grandes empresas na política, será impossível
combater a hegemonia do PT, o que seria uma
"calamidade"; há, no entanto, uma contradição:
sistema atual, que permite doações, não impediu
caixa dois bilionário, como aponta a própria revista
14 DE DEZEMBRO DE 2013 ÀS 08:03
247 - O ativismo político da revista Veja produziu mais uma capa.
Neste fim de semana, a principal reportagem da revista semanal
da Editora Abril, assinada pelos repórteres Alana Rizzo, Daniel Pe-
reira e Rodrigo Rangel, é dedicada ao empresário paulista Adir As-
sad, que seria o "rei dos laranjas".
De acordo com a reportagem de Veja, Assad teria recebido cerca
de R$ 1 bilhão de grandes empreiteiras, emitindo notas fiscais
de empresas que, em tese, seriam subcontratadas por elas, sem
prestar os serviços. O motivo seria simples: por meio de Assad,
as empreiteiras disfarçariam as propinas e as doações ilegais fei-
tas a políticos.
Nesse esquema, os principais doadores seriam a Delta Engenha-
ria, do empresário Fernando Cavendish, que teria transferido
R$ 440 milhões para Adir Assad, a Andrade Gutierrez, de Sergio
Andrade, que teria destinado R$ 110 milhões, e a Galvão Enge-
nharia, de Dario Galvão, com R$ 62 milhões.
A reportagem de Veja, no entanto, não aponta os beneficiários.
Apenas insinua que o caso contribuiu para enterrar a CPI do Ca-
choeira, porque atingiria o governo de Sergio Cabral, no Rio de
Janeiro, o PMDB fluminense, o PT paulista e diversos partidos.
Nesse sentido, a reportagem entrega menos do que promete na
capa, quando anuncia: "O rei dos laranjas - Como Adir Assad
ajudou grandes empresas brasileiras a repassar 1 bilhão de
reais em propinas a políticos e caixa dois de campanhas elei-
torais".
Ou seja: quem tiver a ilusão de encontrar os beneficiários do es-
quema das empreiteiras, não os encontrará na reportagem de
Veja.
No entanto, ela foi publicada com destaque porque tem outra fi-
nalidade: ajudar a virar o jogo, no Supremo Tribunal Federal, na
ação proposta pela Ordem dos Advogados do Brasil contra o fi-
nanciamento privado de campanhas políticas. Quatro ministros –
Joaquim Barbosa, Luiz Fux, Dias Toffoli e Luís Roberto Barroso –
já votaram contra doações de empresas.
A reportagem de Veja termina com um pequeno editorial a res-
peito. "A engenharia financeira comandada pelo empresário não
é um caso isolado no país. São variados, e multipartidários, os
esquemas de pagamento de propina e financiamento ilegal de
campanhas. Na semana passada, o Supremo Tribunal Federal
(STF) começou a julgar uma ação direta de inconstitucionalidade,
ajuizada pela OAB, que pretende proibir a doação de empresas a
partidos e candidatos. À primeira vista, o recurso é meritório",
diz o texto.
Em seguida, Veja prevê efeitos colaterais e prejuízos de natureza
política para a oposição. "A restrição à doação legal tende a refor-
çar as doações por fora e semear o terreno para o surgimento de
novos Assad. A mudança vai privilegiar duplamente o PT. Se for
instalado o financiamento público de campanha, o partido, por ter
a maior bancada federal, receberá a maior parte do bolo (...) uma
democracia sem oposição viável e sem perspectiva de alternância
de poder é uma calamidade".
Resumindo: a capa com o "rei dos laranjas" é apenas um apelo de
Veja aos sete ministros do STF que ainda não votaram para que vi-
rem um jogo até agora perdido por quatro a zero.
PS: A edição de Veja desta semana também traz a Carta ao Leitor
sobre o tema. No texto, Eurípedes Alcântara, diretor de redação da
revista, afirma que a proibição às doações privadas revela precon-
ceito ideológico do STF em relação ao setor privado. No entanto, o
que explica tanto a reportagem como o editorial é o temor de que
a oposição, especialmente o PSDB, não tenha meios para enfrentar
o PT, num sistema sem o peso do dinheiro privado.
quinta-feira, 12 de dezembro de 2013
PHA E OS "CHUTES" DOS SUPREMOS MINISTROS...
EMPRESAS DOS EUA JORRAM
DINHEIRO NAS CAMPANHAS
Com esse Supremo e os “analistas” pigais é que o Dirceu e o Genoino foram em cana.
.
Saiu na Folha (*) uma profunda “análise” do julgamento no Supremo sobre uma questão que diz
respeito ao Legislativo: se empresas podem ou não doar para campanhas eleitorais – clique
aqui para ler “Quem ganha mais com a grana das empresas nas campanhas?”.
A certa altura diz o “analista”:
A certa altura diz o “analista”:
MENSALÃO É FICHINHA
(…)
No campo oposto (ou seja, a favor do dinheiro das empresas – PHA), estava a Advocacia
Geral da União. A sustentação de Luís Inácio Adams foi a mais fraca e desconjuntada
da tarde.
(Um “analista” da Folha não poderia dizer outra coisa – PHA)
O advogado-geral lembrou que, em grandes democracias como a Inglaterra e os
(Um “analista” da Folha não poderia dizer outra coisa – PHA)
O advogado-geral lembrou que, em grandes democracias como a Inglaterra e os
Estados Unidos, era permitida a doação de empresas a candidatos.
Joaquim Barbosa corrigiu na hora a afirmação: isso é proibido nos EUA. O procurador-
Joaquim Barbosa corrigiu na hora a afirmação: isso é proibido nos EUA. O procurador-
geral da República, Rodrigo Janot, e mais tarde Luiz Fux, reforçaram o ponto de
Barbosa.
Acontece que o Advogado Geral da União está certo.
Ele tem a Suprema Corte americana ao lado de seu argumento “fraco e desconjuntado”.
As empresas americanas deitam e rolam nos chamados Super PACs.
Que são transparentes tanto quanto a contabilidade do trensalão tucano (o Padilha vem aí …).
Se os notórios irmãos Koch, arqui-bilionários e agora “jornalistas” – assistissem à sessão de
ontem do Supremo teriam acessos de incontido riso.
O que seria do Tea Party não fosse a generosidade dos irmãos Koch ?
O mesmo faria o Karl Rove, o verdadeiro cérebro de George W. Bush.
Nas últimas eleições, Rove derramou, através de seu Super-PAC, a ninharia de US$ 300
milhões na campanha de candidatos do Partido Republicano.
O rechonchudo Rover cairia ao chão de tanto rir.
Esses US$ 300 milhões certamente não saíram do cofre da tiazinha do Oklahoma.
Pois é assim, amigo navegante, que este Supremo decide…
Por essas e outras, o Dirceu e o Genoino foram condenados porque assaltaram, de
picareta em punho, o Tesouro Nacional confiado à Visanet …
Com esse Supremo e seus “analistas” pigais (**)…
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