Mostrando postagens com marcador SP. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador SP. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 28 de julho de 2015

MÍDIA ESCONDE APOIO DE GOVERNADORES A DILMA

Grande imprensa finge não existir apoio ao pacto

por Augusto Diniz

Enquanto a grande imprensa abre espaço ao PSDB para ironizar suposto aceno do governo ao diálogo com seus críticos, ignora atos de governadores eleitos (inclusive da oposição) do Norte-Nordeste pela governabilidade.
É como se posição às conversações pelo pacto se resumisse aos indignados do partido de FHC.
A “Carta de Manaus”, assinada em fórum de governadores da Amazônia Legal, propõe canais imediatos de diálogo com o governo federal em várias frentes para enfrentar a crise. Dias antes, governadores do Nordeste divulgaram um manifesto de apoio ao cumprimento de mandato de Dilma e também pelo diálogo.
São ao todo 18 estados nesse grupo, das regiões Norte-Nordeste e um do Centro-Oeste (MT), de partidos diversos da base aliada e da oposição – somam-se a eles os estados de GO, SC, RJ e MG (este governado pelo PT), cujos governadores têm se manifestado contrários à interrupção de mandato da presidente, sendo um deles pertencente a um partido declaradamente de oposição (o de Goiás, do governador Marconi Perillo, do PSDB).
O pacto com os governadores, se consolidando, tende a desafogar Dilma – e os próprios governadores que precisam tocar seus projetos de campanha (Dilma promete encontro com todos eles nos próximos dias).
A opção definitiva com o velho PSDB paulista crítico ao governo escancara de vez uma imprensa tradicional indiferente aos vários Brasis – e a luta desesperada pelos seus interesses em meio à crise econômica.
Rejeição provável às contas do governo pelo desacreditado TCU, a animosidade do Congresso ao Planalto (ainda sob os últimos atos da era Cunha) e as manifestações previstas a favor do impeachment lideradas pela extrema direita prometem um agosto tenso – e propício às pautas de interesse da mídia, abafando momentaneamente as propostas de pacto já declaradas por boa parte dos governadores recém-eleitos.
No fim, quem perde é a sociedade, que segue desinformada do que pensa os diferentes Brasis, como sempre aconteceu.
http://jornalggn.com.br/blog/augusto-diniz/grande-imprensa-finge-nao-existir-apoio-ao-pacto-por-augusto-diniz

quarta-feira, 19 de novembro de 2014

CASSADO POR CORRUPÇÃO, PREFEITO DO PSDB ESPERNEIA EM TAUBATÉ

Ortiz Junior tenta convencer juízes do TRE a reverem votos



Segundo defesa do tucano, falhas no processo induziram Corte a erro; prefeito vai aguardar análise de recurso no cargo
Julio Codazzi
Taubaté
O prefeito de Taubaté, Ortiz Junior (PSDB), tenta reverter já no TRE (Tribunal Regional Eleitoral) a decisão da própria Corte do Tribunal que manteve a cassação do seu mandato por abuso de poder econômico e político na campanha eleitoral de 2012.
A manobra é pleiteada nos recursos enviados pela defesa do tucano ao TRE, que já lhe garantiram a permanência no cargo até a análise de todas essas apelações.
O recurso, chamado de embargos de declaração, recebeu o pedido de efeitos infringentes. Ou seja, ao questionar pontos do acórdão do TRE, Ortiz pede que, ao serem informados das supostas falhas na decisão, os juízes reconsiderem os seus votos--o tucano foi derrotado por 4 a 2 no julgamento.
O VALE apurou, no entanto, que a chance da tentativa prosperar é mínima.
Alegações. O pedido de Ortiz está alicerçado em três supostos erros que teriam levado os juízes a concluírem pela manutenção da cassação.
Um deles é o fato do relator do processo no Tribunal, o juiz Roberto Maia, ter afirmado em seu voto que Claudio Falótico, que era diretor administrativo da FDE (Fundação para o Desenvolvimento da Educação), tenha sido ouvido como testemunha de defesa, e não do Ministério Público.
Em seu voto, Maia cita que Falótico reconheceu que Ortiz atuava na FDE mesmo sem ter cargo, mas disse ter negado o pedido do lobista Djalma Santos para interferir em uma licitação da Fundação.
“A própria testemunha da acusação desqualifica o depoimento da acusação feita pelo Ministério Público, isso é importante”, alegou o prefeito.
Outro ponto é o fato do juiz Silmar Fernandes ter citado a ex-chefe de gabinete da FDE Gladiwa Ribeiro como testemunha, quando na verdade ela foi ouvida pela Justiça na situação de informante.
Fernandes cita em seu voto que Gladiwa confirmou a atuação ilegal de Junior na FDE e a anuência de seu pai, o ex-prefeito José Bernardo Ortiz (PSDB), que presidia a Fundação.
“Ela foi ouvida como informante, porque ela não tinha a imparcialidade necessária, e isso foi reconhecido pela justiça de Taubaté”, disse o prefeito.
A defesa do tucano também contesta uma suposta omissão no acórdão em relação ao argumento de que as provas colhidas pelo MP seriam nulas.
Análise. Os dois embargos de declaração protocolados, um em nome de Bernardo e Junior e o outro da coligação, devem ser julgados de forma conjunta, em uma mesma sessão.
Ainda não foi marcada uma data para que a Corte do TRE analise os recursos da defesa dos tucanos.

Reformas de decisões são raras
Taubaté
Para advogados especializados em direito eleitoral consultados ontem por O VALE, são bastante raros os casos em que o TRE modificou decisões tomadas pela própria Corte após a interposição de embargos de declaração com efeitos infringentes.
Na grande maioria dos casos, a Corte rejeita os pedidos por entender que tratam-se de tentativas de julgar novamente o mesmo caso e de adiar a decisão final do processo.

Resignação. Ortiz Junior nega que a intenção seja protelar o caso e diz que os embargos de declaração servirão para embasar o seu recurso ao TSE (Tribunal Superior Eleitoral), em Brasília, instância máxima na esfera eleitoral.
“As decisões nesse caso são rápidas, não demoram muito, e normalmente o tribunal não acolhe os embargos de efeito infringente. Mas há exceções em que, em razão da flagrante divergência, do flagrante equívoco, é até possível que se obtenha uma decisão favorável”, disse o tucano.
http://www.ovale.com.br/ortiz-junior-tenta-convencer-juizes-do-tre-a-reverem-votos-1.572952

quarta-feira, 8 de outubro de 2014

TAUBATÉ ALERTA ESPERA A CASSAÇÃO DE JUNINHO ORTIZ

TRE volta a analisar hoje o caso Ortiz

O prefeito de Taubaté Ortiz Júnior. Foto: Rogério Marques
O prefeito de Taubaté Ortiz Júnior. Foto: Rogério Marques
Caso Tribunal decida pela manutenção da cassação, Ortiz pode ter que deixar o cargo após a publicação do acórdão no Diário Oficial
Julio Codazzi
Taubaté

Após quatro adiamentos, está prevista para hoje a conclusão, pelo TRE (Tribunal Regional Eleitoral), do julgamento do recurso em que o prefeito de Taubaté, Ortiz Junior (PSDB), busca a reforma da decisão de primeira instância que cassou seu mandato.
A sessão de julgamento terá início às 14h. Há pelo menos outros seis itens na pauta. Não há previsão de qual deles será analisado primeiro.
Caso o Tribunal decida pela manutenção da cassação, Ortiz pode ter que deixar o cargo após a publicação do acórdão, o que ocorrerá em alguns dias.
Nesse intervalo, porém, os advogados de defesa poderão pleitear efeito suspensivo no TSE (Tribunal Superior Eleitoral), o que acabaria com a chance de afastamento antes desse novo recurso ser julgado, em Brasília.

Indefinição. A primeira data prevista para o julgamento era 24 de julho, mas uma troca de advogados da defesa acarretou a mudança.
No dia 29 do mesmo mês, o relator do processo faltou à sessão. No dia 31 de julho, o julgamento teve início, mas a análise foi suspensa após dois juízes afirmarem ter dúvidas sobre um ponto do processo e pedirem vista dos autos.
No dia 3 de outubro, o julgamento foi adiado devido à ausência de um dos juízes.

Parcial. Antes da suspensão em 31 de julho, dois juízes já haviam votado. Ambos opinaram pela manutenção da cassação dos mandatos de Ortiz e Oliveira, e pela declaração de inelegibilidade do pai do prefeito, o ex-prefeito José Bernardo Ortiz -- a Justiça Eleitoral de Taubaté só aplicou essa punição a Junior.
Durante seu voto, o relator alegou que ficou comprovada a denúncia do MP que acusa Ortiz Junior e seu pai de facilitarem a atuação de um cartel de empresas em pregões da FDE (Fundação para o Desenvolvimento da Educação), entidade ligada ao governo estadual e que foi presidida por Bernardo entre 2011 e 2013.

terça-feira, 7 de outubro de 2014

DILMA: ESPECULADORES NA BOLSA NÃO GANHAM ELEIÇÃO



Do blog Conversa Afiada, de Paulo Henrique Amorim: 

A seguir,  trechos da coletiva da Dilma, a primeira desde a vitoria no primeiro turno:


População votou querendo garantir o que conquistou, achando que deve corrigir o que não está bom e para avançar mais.

Vamos ter, mais uma vez, no Brasil, dois projetos se confrontando.
As taxas de juros (de FHC) foram as mais elevadas praticadas no Brasil, de 45%.

E tiveram taxa altíssima média de juros.
Jamais colocaram os pobres no orçamento.

Compare a minha recessão com a dele. Compare os ‘monstros do passado’ com o que está acontecendo no meu governo. Ele pode usar retórica, mas a realidade se imporá”Políticas que fazem a diferença tem que ser compatíveis com o número de habitantes.

Uma lei, aprovada em maio de 1998, proibia o governo federal de construir e manter novas escolas técnicas.

Lula derrubou essa lei e fez 214.

Nos meus quatro, 208 escolas técnicas federais já funcionam.

Investimos no futuro do jovem, por isso construimos um programa muito importante chamado Pronatec

Esse programa é gratuito (Pronatec). Nós oferecemos o que há de melhor no Brasil no que tange ensino técnico.

O escopo desse programa é que ele é gratuito.

Não só a matricula é gratuita, mas a alimentação e o material

E não é só jovem que vai. Vai adulto também.

A importância também se deve ao fato de que o Brasil precisa melhorar a qualificação profissional dos jovens.

Então, todo mundo sai ganhando.

Se eu for eleita, isso significa, (farei) a ampliação do Pronatec, mais 12 milhões de matrículas

Eu vou começar a campanha amanhã. Nós vamos fazer primeiro uma reunião com todos os governadores da minha base

Eu queria dizer o seguinte. A tendência nossa é começar pelo Nordeste, depois sul, Minas e SP na sequência.

Eu desconfio que os investidores (na Bolsa) podem fazer tudo, mas não ganham uma eleição.

Quem ganha as eleições é o povo brasileiro.

É engraçado que a culpa cai sempre para os pobres. Os ricos nunca têm culpa.

O Brasil que recebemos era composto de pobres e miseráveis em sua metade. Hoje não. 

A maioria é de classe média. Hoje de cada 4, 3 estão na classe média. E os nove Estados do Nordeste se beneficiarão disso.

Nós não acreditamos nessa infalibilidade das pesquisas. Nós não acreditamos nisso.


(Nós do C Af também: porque as pesquisas foram o grande derrotado. Logo, os pesquiseiros do PiG (no ABC ) valem tanto quanto sua imparcialidade.)
http://www.conversaafiada.com.br/economia/2014/10/06/dilma-vai-comecar-pelo-nordeste/

ATRASO POLÍTICO DOS PAULISTAS MERECE SER ESTUDADO



MARILENA SE DIZ ESTARRECIDA E PROPÕE ESTUDO DE CASO 

SOBRE REELEIÇÃO DE ALCKMIN



Filósofa pede que acadêmicos se reúnam para tentar encontrar explicações para 

quarto mandato do governador em meio a racionamento, denúncias de 

corrupção e problemas de gestão



São Paulo – A filósofa Marilena Chauí propõe que acadêmicos somem esforços 

para tentar entender os motivos que levaram o governador de São Paulo, 

Geraldo Alckmin, a conquistar um novo mandato nas eleições realizadas ontem 

(5). Em entrevista à Rádio Brasil Atual, a professora da USP afirmou ter 

proposto ao presidente da Fundação Perseu Abramo, o economista Marcio 

Pochmann, que estude ao longo dos próximos quatro anos os processos que 

explicam que o PSDB possa chegar a mais de duas décadas de comando 

do Palácio dos Bandeirantes.



“O PSDB tem uma monarquia hereditária. Alguém precisa entender o que 

acontece em São Paulo. A reeleição do Alckmin no primeiro turno é 

uma coisa verdadeiramente espantosa”, avaliou. Para ela, é difícil explicar 

como o governador obtém seu quarto mandato em meio a racionamento 

de água, denúncias de corrupção e problemas sérios na gestão pública, 

como a perda de qualidade do Metrô paulistano, alvo de denúncias de 

formação de cartel e pagamento de propina a políticos do PSDB.



“Por que fico estarrecida? Porque você teve milhares e milhares e milhares 

de jovens nas ruas pedindo em São Paulo mais saúde e mais educação. Se 

você pede mais saúde e mais educação, considera que são direitos sociais 

e que têm de ser garantidos pelo Estado. E aí você reelege Alckmin. Estou 

tentando entender como é possível você reivindicar aquilo que é negado por 

quem você reelege.”



Ela avalia que o PSDB trata políticas públicas não como direitos, mas como 

um produto que a população deve ter recursos financeiros para adquirir. Nesse 

sentido, entende também que uma parcela da sociedade paulista enxerga 

os avanços que teve ao longo de 12 anos de governo federal do PT não 

como uma melhoria no papel do Estado, mas como um mérito individual. 

“Não há nenhuma articulação entre a mudança de trabalhador manual para 

trabalhador de serviços e as mudanças sociais no país. É visto como uma 

ideologia de classe média, que é a do esforço individual.”



Marilena Chauí considera que ainda é cedo para estabelecer uma relação entre 

o saldo final das manifestações de junho e o alto número de abstenções e 

de votos brancos e nulos – 19,39% se abstiveram, 3,84% votaram em branco 

e 5,80% em nulo. De outro lado, ela avalia que o resultado geral das eleições 

de ontem, com crescimento de Aécio Neves (PSDB) na reta final da corrida 

presidencial e diminuição da representação dos trabalhadores no Congresso, 

tem um claro reflexo do trabalho feito pela mídia tradicional pela 

despolitização da sociedade.



“Uma das coisas que mais têm acontecido no país é um processo realizado pela 

grande mídia, tanto impressa como falada como televisiva, é um processo 

que vem vindo nos últimos oito anos, e sobretudo nos últimos quatro, de 

esvaziamento sistemático de toda e qualquer discussão política. Você tem a 

operação da comunicação por slogan e algumas imagens. Fora disso você 

não tem o verdadeiro debate político. Eu diria que os partidos políticos são 

responsáveis também pela ausência de um grande debate político. Ou porque 

não têm o que propor, ou porque não querem entrar neste debate.”

http://www.conversaafiada.com.br/pig/2014/10/06/chaui-
quer-entender-eleicao-de-alckmin/

quarta-feira, 17 de setembro de 2014

TRE-SP ENSINA TUCANO: CICLOVIA VERMELHA NÃO TEM A VER COM COMUNISMO...RSRSRS

TRE entendeu: padrão internacional define cor de ciclovias

Jornal GGN – O TRE negou provimento à representação contra Haddad por propaganda irregular do PT. O caso em questão é a pintura das ciclovias, com o vermelho demarcando o espaço exclusivo dos ciclistas por ruas de São Paulo. E o Tribunal Regional Eleitoral (TRE) decidiu, por unanimidade, que não se fala mais nisso, já que é um padrão adotado pelo Conselho Nacional de Trânsito. O TRE votou conforme parece da Procuradoria Regional Eleitoral em São Paulo (PRE/SP).
A representação contra Fernando Haddad, agora negada, foi apresentada pelo candidato a deputado estadual Joseph Jo Raymond Diwan (PSDB). O candidato alegou que a prefeitura, visando o benefício irregular do partido do Prefeito, o PT, estaria realizando “verdadeira revolução ao pretender criar enormes faixas exclusivas para a circulação de bicicletas (ciclovias e ciclofaixas), as quais serão todas pintadas igualmente em vermelho”.
O candidato do PSDB exigia, com sua representação, além da aplicação de multa ao prefeito, que se suspendesse imediatamente a pintura das ciclovias e ciclofaixas na cor vermelha, e com repintura dos locais já fixados com tinta nesta tonalidade, ao menos até o fim do período eleitoral.
Paulo Thadeu Gomes da Silva, procurador eleitoral auxiliar, citou a resolução do Contran, de 2007, que adota o vermelho como padrão para demarcar ciclovias e ciclofaixas. “A cor vermelha questionada não foi arbitrariamente escolhida (...) em benefício de seu partido e, dessa forma, supostamente com fins espúrios eleitorais, restando, pelo contrário, comprovada sua adequação às normas gerais para a matéria de trânsito correlata em âmbito nacional”, afirmou Gomes da Silva.
Em sustentação oral, o procurador regional eleitoral reiterou que a cor das ciclovias é um padrão internacional para chamar atenção dos motoristas.
Gomes da Silva reiterou em seu parecer que o vermelho das ciclovias não é “algo inovador ou mesmo recém-criado às vésperas da eleição, mas sim, parte da política pública de trânsito delineada e iniciada na gestão anterior a do ora representado, cujo plano de expansão foi por ele apresentado muito antes do atual período eleitoral”.
http://jornalggn.com.br/noticia/tre-entendeu-padrao-internacional-define-cor-de-ciclovias

quarta-feira, 6 de agosto de 2014

MINAS NÃO DÁ A AÉCIO OS VOTOS QUE ELE PRECISA; E PERDE EM SP E RJ

Ibope coloca candidatura de Aécio na UTI: déficit de 3,5 milhões de votos em Minas.


Nas contas dos tucanos, o senador Aécio Neves (PSDB) precisa arrancar uma diferença a seu favor de 5 milhões de votos em Minas Gerais para compensar a vantagem que projetam para Dilma na região Nordeste, de forma a conseguir ir ao segundo turno.

Sabe quanto a última pesquisa Ibope em Minas está dando para ele? Apenas 1,5 milhão de votos na frente.

Segundo os planos dos próprios tucanos faltam 3,5 milhões de votos em Minas para Aécio se viabilizar.

Segundo o Ibope Aécio está 41% (cerca de 6,2 milhões de votos em MG) contra 31% de Dilma (4,7 milhões de votos).

Detalhe: a pesquisa foi feita antes da notícia do aeroporto do titio se espalhar.

Mas se Aécio ainda tem um vitória sem muita folga em Minas, perde por 2,4 milhões de votos no Rio e 1,6 milhões de votos em São Paulo.

Como se vê não é só nordeste que a Dilma dá uma surra. Nos três maiores colégios eleitorais do Sudeste também.

Quem está com sérios problemas para decolar é Aécio, mas o jornalão Folha de São Paulo inventa esse título para dar a notícia "Ibope mostra Dilma com dificuldade em São Paulo e Minas". Como gosta de mentir esse jornal.

sábado, 8 de março de 2014

ISTO É MOSTRA A CORRUPÇÃO GIGANTE DE SERRA E PSDB!!!

Por que Serra está na mira do MP

Conheça as investigações do Ministério Público que apontam o envolvimento do ex-governador tucano com a máfia dos trilhos em São Paulo. Depoimentos revelam que José Serra fez pressão para beneficiar empresas do cartel

Pedro Marcondes de Moura (pedro.marcondes@istoe.com.br)
Apesar das evidências do envolvimento do ex-governador José Serra (PSDB) com o cartel de trens e o propinoduto em São Paulo, desde o surgimento das primeiras denúncias em junho do ano passado o tucano tem procurado se desvincular do escândalo. Com verdadeiras ginásticas verbais, Serra tenta explicar o inexplicável. “Qualquer manual anticartel nos daria razão. Ganharíamos a medalha anticartel”, declarou Serra na última semana, sem levar em conta que foram as próprias empresas integrantes do cartel que confessaram a prática criminosa e lesiva aos cofres públicos paulistas durante os governos do PSDB, apontando inclusive a participação de políticos e agentes públicos no esquema. Agora, sobre a mesa do procurador-geral de São Paulo, Álvaro Augusto Fonseca, há dois procedimentos investigatórios sobre o envolvimento do tucano com a máfia dos trilhos. O primeiro refere-se à pressão exercida por Serra para que a empresa espanhola CAF vencesse uma licitação de fornecimento de trens para a CPTM durante sua gestão como governador (2007 e 2010). O outro apura a omissão do tucano diante das fraudes cometidas pelo cartel, já que ele, também na condição de governador, recebeu uma série de alertas do Tribunal de Contas, Ministério Público e até do Banco Mundial. Em paralelo, as autoridades ainda investigam contratos celebrados durante a administração de Serra que foram considerados lesivos ao erário. Entre eles, a bilionária modernização de trens do Metrô e a implementação do sistema CBTC. A obra encontra-se até hoje incompleta.
abre.jpg
IRREGULARIDADES
Para promotor do Ministério Público de São Paulo, licitações que
compreendem o período do governo Serra foram baseadas em atos ilícitos
Em ofício, o promotor Marcelo Milani diz haver indícios da ligação de Serra em licitações investigadas por fraudes na CPTM. “Segundo os delatores (executivos da Siemens), era realizada toda sorte de falcatruas e combinações para a conquista de contratos”, escreveu Milani. “Ficou claro que todas as licitações de determinado período (que compreende o governo Serra) foram baseadas em atos ilícitos”, complementou. Ao apurar o pagamento de propina e outras irregularidades em um acordo firmado entre a Alstom e a CPTM para manutenção de trens da série 7000, o MP chegou a um depoimento revelador dado à Polícia Federal. Nele, Nelson Branco Marchetti, ex-dirigente da Siemens, diz ter sido pressionado pelo próprio governador José Serra a desistir de medidas judiciais para anular a vitória da espanhola CAF, em um certame para o fornecimento de 320 vagões. A CAF não atendia a exigência mínima de capital social pedida no edital de licitação, em que a Siemens ficou na segunda colocação. Mesmo assim, Serra insistiu para que a Siemens não recorresse e, assim, beneficiasse a CAF. “Releva notar que o delator diz ter participado de tratativas, na Holanda, com agentes do governo do Estado de São Paulo. Especialmente o então governador José Serra”, diz o promotor. Ainda chamou a atenção das autoridades a proposta nada republicana oferecida pela cúpula do governo Serra para pôr fim ao imbróglio: que as empresas se acertassem entre si e a Siemens fosse subcontratada para tocar um terço do projeto. Para Milani, ao agir dessa maneira, o Estado, durante o governo Serra, acabou por incentivar a formação do cartel. Ao final, a sugestão não foi acatada e a CAF forneceu sozinha os trens, ou seja, aconteceu o que Serra almejava desde o início.
SERRA-05-IE-2311.jpg
PODE?
Autorizadas por José Serra, reformas de trens com mais de quatro
décadas de funcionamento custaram mais do que a aquisição de veículos novos
Em outro depoimento, desta vez ao Ministério Público, Marchetti narrou um insólito caso que demonstra a inequívoca ligação de Serra com as empresas do cartel de trens em São Paulo. Segundo Marchetti, durante o governo do tucano, tanto ele como executivos da Alstom foram convidados a um encontro por dirigentes do Metrô e da secretaria de Transportes Metropolitanos. Na reunião, os agentes públicos incentivaram as duas companhias a se associarem para vencer a licitação do sistema de sinalização dos trens das linhas 1, 2 e 3 do Metrô. Os executivos ainda sugeriram que a estatal licitasse a sinalização linha por linha, triplicando a concorrência. Mas integrantes do governo Serra sinalizaram que queriam a vitória de um consórcio formado pelas duas empresas para as três linhas. A Alstom acabou ganhando sozinha o contrato para o fornecimento do CBTC. O sistema até agora não foi plenamente instalado, gerando inúmeros problemas aos usuários e levando ao bloqueio de pagamentos pelo Metrô, na gestão do governador Geraldo Alckmin. A companhia francesa alega que foi decidido fazer a “implementação operacional em fases”.
SERRA-03-IE-2311.jpg
OPERAÇÃO CARTEL
Em depoimento ao promotor Marcelo Milani, delator disse que Serra atuou
em favor da CAF, empresa integrante do cartel de trens em São Paulo
Na gestão Serra, concentraram-se também os controversos contratos de reformas de trens com mais de quatro décadas de funcionamento. Em outros metrôs pelo mundo, as locomotivas estariam aposentadas. Não à toa, os veículos entregues apresentam problemas de operação. Na versão oficial, a modernização dos 98 veículos das linhas 1 e 3 do Metrô paulista trariam uma economia de 40%. No entanto, investigações do MP apuraram que as reformas custaram mais do que vagões novos vendidos pelas mesmas empresas em outros locais. A constatação veio com o depoimento de um ex-diretor do Metrô, Sérgio Correa. Ele revelou que a estatal não previa no orçamento “o chamado truque, bem como a caixa que importariam em 40% do custo final”. Mas esses e outros itens foram licitados e trocados. A falta de concorrência na disputa dos quatro lotes da “modernização” também fez com que os acordos fossem fechados a valores acima dos previstos em tomadas de preços com as próprias vencedoras dos certames. A reforma, que se encontra suspensa, foi alvo, segundo o MP, de superfaturamento de aproximadamente R$ 800 milhões. As autoridades tentam agora obter a devolução do dinheiro. A Alstom admite que está “enfrentando acusações”, mas ressalta que implementa regras “de conformidade e ética”. Autora de denúncia do cartel, a Siemens diz colaborar para que “as autoridades competentes possam prosseguir com suas investigações”. Procurados, a CAF e o ex-governador José Serra não responderam os questionamentos feitos por ISTOÉ.
02.jpg
Outra investigação em curso pelo Ministério Público apura a prática do crime de improbidade administrativa pelo ex-governador do PSDB. O MP quer saber a razão de o tucano ter mantido a execução de contratos firmados por empresas do cartel com a CPTM e o Metrô, apesar de seguidos alertas dados pelos promotores e pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE) dizendo que eles eram prejudiciais aos cofres públicos. A informação sobre os alertas, encaminhados a presidentes das estatais e publicados no “Diário Oficial”, foi revelada, em agosto, por ISTOÉ. Em fevereiro de 2009, por exemplo, o TCE constatou desvios e direcionamentos em licitações da CPTM. Ao analisar um recurso, o conselheiro Antonio Roque Citadini concluiu que a estatal adotou uma conduta indevida ao usar uma licitação para fornecimento de 30 trens com o consórcio Cofesbra, realizada em 1995, para comprar 12 novos trens mais de uma década depois. Citadini revelou à ISTOÉ que o governo foi avisado inúmeras vezes das evidências de falcatruas.
SERRA-04-IE-2311.jpg
TRATATIVAS ALÉM-MAR
O secretário de Transportes do governo Serra, José Eduardo Portella, participou
de reuniões na Holanda com diretor da Siemens, que confessou ter adotado práticas ilícitas
O Ministério Público também disparou vários avisos de irregularidades, que Serra preferiu ignorar. Ao apurar um acordo do Metrô com a CMW Equipamentos S.A, o órgão declarou: “A prolongação do contrato por 12 anos frustrou o objetivo da licitação, motivo pelo qual os aditamentos estariam viciados”. Na ocasião, a CMW Equipamentos foi incorporada pela Alstom. Os promotores também apontaram para fraudes numa série de contratos firmados com outras companhias. Ainda assim, Serra insiste em se dizer merecedor de uma medalha.
01.jpg
Foto: Lalo de Almeida/Folhapress

quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014

VEJA FALSIFICA FOTO, COISA DE BLACK BLOC

Nunca antes na história desse país se mentiu 

tanto com a desculpa de informar



Postado em 20 Feb 2014
por : o
 
Estufar o peito e bradar “mídia manipuladora” muitas vezes faz com que sejamos confundidos com adolescentes rebeldes e criadores de mitos.
Mas quando vemos a fotografia da ativista Sininho (Elisa Quadros Sanzi) inserida por meio de fusão em outra imagem, “recortada” através de ferramentas como o photoshop como pode ser observado na Veja desta semana, passamos do mito para o hiper-realismo (a manipulação de imagens, digitalmente ou não, é amplamente condenada no jornalismo).
Quando vemos que um ato em desagravo ao deputado Marcelo Freixo contou com a presença de vários artistas e lotou o auditório do Instituto de Filosofia e Ciências Sociais da UFRJ devido às invencionices criadas a respeito do envolvimento do deputado com os autores do disparo de rojão, percebemos que paciência tem limite.
No evento estavam presentes artistas como Caetano Veloso, que escreve para o Globo (a TV não teve como ignorar e noticiou o ato no Jornal Nacional desta segunda-feira tendo a lividez cínica de, ao final, dizer que “entendia o desconforto” de Freixo, mas que “estava segura de que havia cumprido fielmente seu papel de informar”. Informar? Mentir mudou de nome?).
Quando vemos a nota tímida, minúscula, quase um rodapé de página, anunciando que um segurança do metrô admitiu que foram funcionários que acionaram os botões “secretos” de emergência que cortaram a energia das estações — e não, como gritavam as manchetes garrafais endossando a versão do governador Alckmin e seu fiel escudeiro Fernando Grella, os “vândalos” de sempre –, comprova-se que existe má fé.
Credibilidade é tudo, já dizia a campanha publicitária de um determinado jornal que hoje faz parte desse grupo “orquestrado”, para usar termo tão caro a eles. Se hoje subestimam a inteligência de seus leitores e pouco se preocupam com o fato de jogarem no lixo os escrúpulos e o compromisso com a verdade, de que servem? A quem se destinam? Por quem são financiados, quais os reais interesses na depredação da honestidade — afinal, o que querem esses imensos black blocs corporativos? Por que dão destaque a uma manipulação de foto na qual o aparelho auditivo de Fidel Castro foi deletado (igualmente condenável), mas inserem uma pessoa num outro cenário que não aquele em que a foto foi realizada?
A tal “mídia manipuladora” soltou suas travas de vez. Perdemos todos, pois o contraponto, o embate saudável é que colabora para um ambiente intelectualmente profícuo, para elucidação de casos, para aceitação das diferenças.
A mentira não colabora em nada.
Sobre o Autor
Fotógrafo nascido em São Paulo. Foi uma das maiores revelações do futebol praiano nos idos dos anos 80, até sofrer uma entrada mais dura de um caiçara.
http://www.diariodocentrodomundo.com.br/nunca-antes-na-historia-desse-pais-se-mentiu-tanto-com-a-desculpa-de-informar/

terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

ESTADOS QUE MAIS CRITICARAM, PEDIRAM "MAIS MÉDICOS": SP E MG

Padilha foi direto ao ponto ao falar dos “legados malditos” recebidos dos tucanos


No balanço dos três anos e um mês como ministro da Saúde, ao deixar o posto ontem, Alexandre Padilha foi direto ao ponto e não poderia ter sido mais objetivo ao lembrar dos “legados malditos” que os governos do PT herdaram em 2003 da era tucana comandada pelo ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (1995-2002) na saúde e em tantas outras áreas da administração do país.
A partir de hoje o ex-ministro passa a dedicar tempo integral à sua candidatura ao governo de São Paulo na eleição de outubro próximo, numa disputa em que tem como principal contendor o tucano Geraldo Alckmin, que tentará a reeleição para ser governador do Estado pela 4ª vez. A entrada de Padilha na disputa garante desde já a realização de um 2º turno em São Paulo, e tudo indica,  condições favoráveis de vencer e desalojar os tucanos do poder que ocupam no Estado há 20 anos.
Alckmin nunca entrou na disputa pelo governo antes em condições tão desvantajosas quanto agora, com companheiros e aliados enfraquecidos por escândalos, rejeitado pelo eleitorado da capital e Grande São Paulo, enfraquecido também no interior segundo indicam as pesquisas de opinião pública e com um governo que é um fracasso e desastre de ponta a ponta em quaisquer áreas que se detenha, seja saúde, seja segurança pública e educação.
Críticos do Mais Médicos, MG e SP foram os que mais solicitaram profissionais
Sem contar o discurso tucano contraditório, como lembrou Padilha em seu pronunciamento de despedida.  Como exemplo disso, o ex-ministro citou o programa Mais Médicos, destacando que Minas e São Paulo, governados pelo PSDB e críticos ferrenhos do programa, foram os Estados que mais solicitaram médicos ao governo federal, apesar do “diagnóstico incorreto de algumas lideranças políticas de São Paulo e Minas Gerais”.
“Um dos seus líderes, por exemplo, deu uma demonstração absoluta de falta de sensibilidade com o sofrimento humano, ao afirmar que não faltavam médicos no Brasil e no seu Estado. Talvez, por não enxergar os que mais precisam no Estado mais rico da nossa federação. Só quem tem acesso a médico num estalar de dedos pode ser contra levar mais médicos para a população que mais precisa”, observou Padilha.
Em dois momentos de sua despedida, Alexandre Padilha recorreu à política nacional dos anos 90, era tucana: ao contrapor recente investimento federal no Instituto Butantan (SP) ao sucateamentos e às privatizações “que vimos ocorrer nos anos 90″; e ao destacar os investimentos da União na produção nacional de medicamentos e produtos para a saúde, em contraposição a “legados malditos, fruto da ausência de uma política industrial nos anos 90″.
Com mais espírito público e “mais curtido”
Além do balanço administrativo, o ex-ministro fez, ainda, um balanço de sua trajetória de vida. Confessou-se honrado com o envolvimento de seus pais, na resistência à ditadura militar e com toda a forma como pautaram a vida, com a “integridade, ética e compromisso” de sua família.
O  ex-titular da Saúde concluiu assinalando sentir-se mais preparado e com mais “espírito público”, após 10 participando da gestão federal do PT. “Preparem-se: volto com o couro mais curtido.” Padilha despediu-se do Ministério da Saúde recitando um trecho de música, também cantado no início da cerimônia: “Me dê licença, que vou rodar no carrossel do destino.”
http://www.zedirceu.com.br/no-balanco-de-sua-gestao-padilha-foi-direto-ao-ponto-ao-falar-dos-legados-malditos-recebidos-dos-tucanos/